- Em almoço nesta quarta-feira, 4, em Brasília, o senador Rodrigo Pacheco avisou que não pretende se filiar ao MDB.
- O motivo é que o MDB tem Gabriel Azevedo como pré-candidato ao governo de Minas Gerais, cargo que Pacheco deve disputar.
- O destino provável de Pacheco é o União Brasil, movimento articulado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
- Pacheco segue em conversas para encontrar uma nova sigla após decidir deixar o PSD, que passou a apoiar Mateus Simões na candidatura ao governo.
- Lula mantém Pacheco como nome preferido para o governo de Minas, com destaques de aproximação entre os dois nos últimos meses e encontros para viabilizar a candidatura.
Rodrigo Pacheco avisou que não irá se filiar ao MDB. Em almoço nesta quarta-feira (4), em Brasília, o senador do PSD de Minas Gerais informou líderes do MDB de que não deve ingressar na sigla, citando como motivo a pré-candidatura de Gabriel Azevedo ao governo de Minas. A decisão envolve a disputa estadual prevista para outubro.
Pacheco permanece próximo de conciliar apoio a uma candidatura ao governo mineiro com o Palácio do Planalto. Após encontros com Lula, o senador está próximo de formalizar a disputa sob a liderança de um palanque alinhado ao presidente, segundo apurações. A sigla com a qual o novo caminho permanece mais provável é o União Brasil.
Caminho partidário e federação
O destino mais provável do ex-presidente do Senado é o União Brasil, articulado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre. A aposta é que o União Brasil possa viabilizar a candidatura de Pacheco ao governo, ainda que haja insegurança sobre a federação com o Progressistas, que apoia Gabriel Azevedo.
A federação entre União Brasil e PP, anunciada em 2025, só teve protocolo de registro no TSE em dezembro, com aprovação prevista até 4 de abril para valer. Entre aliados, o histórico de diálogo com Lula sustenta a percepção de que Pacheco é opção de alinhamento com o governo federal em Minas.
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