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Lulinha vai a Dino para suspender quebra de sigilo na CPMI do INSS

Lulinha busca a Dino suspensão da quebra de sigilos na CPMI do INSS, tentando estender decisão favorável a Roberta Luchsinger

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Foto: Reprodução
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  • O empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino a suspensão da quebra de sigilos bancário e fiscal determinada pela CPMI do INSS.
  • O pedido ocorre no âmbito de um mandado de segurança movido por Roberta Luchsinger; Dino já havia suspendido, nesta quarta-feira, quatro, as quebras no caso da empresária.
  • Dino explicou que o Congresso utilizou manobra para aprovar em bloco 87 requerimentos, quando a necessidade de cada quebra de sigilo deveria ter sido justificada individualmente.
  • A CPMI do INSS investiga fraudes em descontos de benefícios de aposentados e pensionistas.
  • Na terça-feira, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, negou pedido para anular a quebra de sigilos de Lulinha, alegando ausência de evidências de violação de normas regimentais ou constitucionais.

O empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, pediu ao ministro Flávio Dino, do STF, a suspensão da quebra de seus sigilos bancário e fiscal determinada pela CPMI do INSS. O objetivo é ampliar o benefício já obtido.

A solicitação ocorre no contexto de um mandado de segurança apresentado por Roberta Luchsinger. Dino já havia suspendido, nesta quarta-feira, a quebra de sigilos da empresária no âmbito da CPMI.

Segundo o relator, o Congresso utilizou uma manobra para aprovar 87 requerimentos em bloco, sem justificar a necessidade de cada quebra de sigilo individualmente. A defesa de Lulinha sustenta o mesmo argumento para ampliar a decisão.

A CPMI do INSS foi instalada em agosto do ano passado para apurar fraudes em descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas. O objetivo é esclarecer irregularidades observadas no instituto.

Na terça-feira, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, negou um pedido para anular a quebra de sigilos de Lulinha. Ele afirmou que não ficou evidenciado o que caracterizaria violação de normas regimentais ou constitucionais pelo presidente da CPMI, Carlos Viana.

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