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Altos funcionários do conselho na Inglaterra dizem que as obras sofreram atrasos

Oficiais seniores das prefeituras dizem que obras atrasam por incerteza de financiamento; 64% relatam adiamentos e 94% pedem previsibilidade de recursos

Rachel Reeves visits a housing scheme in Liverpool in August 2024.
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  • Quase dois terços de dirigentes de câmaras municipais afirmam que projetos de construção sofrem atrasos, mesmo com ênfase de autoridades locais em habitação e infraestrutura.
  • O levantamento aponta que 64% dos pesquisados disseram haver atrasos em obras, e 94% pedem maior certeza sobre financiamento futuro, como acordos de financiamento plurianuais.
  • 40% não veem suas prefeituras bem posicionadas para cumprir os planos de construção, diante de pressões orçamentárias de mais de uma década.
  • Mais de um terço (34%) atribui parte dos atrasos à reorganização radical da administração local promovida pelo Partido Trabalhista; 40% citam escassez de habilidades.
  • Regeneração urbana, habitação e transportes foram apontados como os setores mais suscetíveis a interrupções, segundo o estudo da Local Government Information Unit e da Scape.

O atraso em obras públicas preocupa gestores de alto escalão. Em meio a planos locais de habitação e infraestrutura, quase dois terços dos responsáveis por municípios reportaram atrasos em projetos, apesar da importância das autoridades locais nesse esforço.

Uma pesquisa realizada pela Local Government Information Unit, em parceria com a Scape, aponta 64% de projetos atrasados e 94% de gestores pedindo maior previsibilidade de financiamento, como acordos plurianuais. Entre as razões, destacam-se custos crescentes e incerteza regulatória.

Alguns gestores apontam que a reorganização administrativa proposta pelo Labour pode ampliar atrasos no curto prazo (34%), enquanto 40% citam carência de habilidades. Regeneração, habitação e transporte aparecem como setores com maior risco de interrupção.

Financiamento em jogo

O Labour já propôs mudanças no financiamento para redirecionar recursos a áreas menos favorecidas e promete facilitar mais obras. Além disso, o governo apresentou regras fiscais mais flexíveis para ampliar o investimento em infraestrutura e habitação social.

O cenário ocorre antes da previsão de Rachel Reeves sobre o orçamento, marcada para esta semana, que deve incluir novas medidas de financiamento e planejamento. O objetivo é manter a demanda por construção formulada pela coalizão no horizonte parlamentar.

Desdobramentos para obras locais

Gestores ressaltam a necessidade de consolidar pipelines de trabalho por meio de acordos de financiamento de longo prazo. A crença é de que, com estabilidade financeira, é possível manter a cadência de lançamentos de empreendimentos habitacionais e de infraestrutura.

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