- O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado no hospital DF Star, após cirurgia de herniorrafia inguinal bilateral realizada na quinta-feira (25); não há previsão de alta.
- O boletim médico aponta início de reabilitação com fisioterapia, otimização da analgesia e medidas para prevenção de trombose.
- Foram ajustadas as medicações para soluço e para doença do refluxo gastroesofágico; não há previsão de novos exames complementares ou procedimentos no momento.
- Médicos avaliam a possibilidade de um novo procedimento cirúrgico para tratar os soluços; acompanhamento segue com cardiologista e fisioterapeuta.
- Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, informou sobre monitoramento contínuo e citou que Bolsonaro tem episódios de apneia do sono, com uso de remédios que atuam no sistema nervoso central.
O hospital DF Star divulgou novo boletim médico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele foi internado na quarta-feira (24) e passou por cirurgia na quinta (25). A recuperação ocorre em regime de internação, sem previsão de alta até o momento.
O texto indica que o paciente está em cuidados pós-operatórios de herniorrafia inguinal bilateral por via convencional. A equipe continua com fisioterapia, analgesia otimizada e tratamento para prevenção de trombose. Houve ajuste de medicações para soluço e refluxo gastroesofágico; não há previsão de novos exames.
Acompanhamento médico envolve cardiologista e fisioterapeuta, com avaliação de possível novo procedimento para tratar os soluços. Também permanece o monitoramento de distúrbios de apneia do sono, segundo informações associadas ao quadro clínico do paciente.
Atualizações sobre monitoramento e perspectiva
Carlos Bolsonaro, filho de Bolsonaro, informou que participa do monitoramento junto à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ele mencionou a gravidade da apneia e a importância do acompanhamento próximo para evitar agravamentos no quadro.
Fontes próximas ao caso afirmam que os remédios para soluços atuam no sistema nervoso central, e que a equipe médica avalia a necessidade de novo procedimento cirúrgico específico para essa condição. A avaliação com cardiologia e fisioterapia segue em curso.
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