- Um trabalhador de creche em Melbourne, Joshua Dale Brown, foi preso em maio de 2023 e enfrenta 70 acusações de abuso sexual de crianças, incluindo violação.
- As alegações envolvem oito crianças sob seus cuidados entre abril de 2022 e janeiro de 2023.
- As autoridades de saúde recomendam que cerca de 1.200 crianças que frequentaram creches onde Brown trabalhou sejam testadas para doenças infecciosas.
- A medida preventiva foi tomada após a descoberta de material de abuso infantil em sua residência.
- A primeira audiência de Brown no tribunal está marcada para 15 de setembro.
Um trabalhador de creche em Melbourne, Joshua Dale Brown, de 26 anos, foi preso em maio de 2023 e enfrenta 70 acusações de abuso sexual de crianças, incluindo violação. As alegações envolvem oito crianças, com idades variando de cinco meses a quatro anos, que estavam sob seus cuidados entre abril de 2022 e janeiro de 2023.
As autoridades de saúde recomendam que cerca de 1.200 crianças que frequentaram creches onde Brown trabalhou sejam testadas para doenças infecciosas. Essa medida preventiva surge após a descoberta de material de abuso infantil em sua residência, o que levou à sua prisão. O chefe de saúde de Victoria, Christian McGrath, afirmou que os testes são essenciais, pois algumas infecções podem ser tratadas com antibióticos.
Brown atuou em pelo menos 20 centros de educação infantil desde 2017 e possuía um “Working with Children Check”, exigido para profissionais que lidam com crianças na Austrália. A polícia investiga também possíveis ofensas em um centro em Essendon, subúrbio de Melbourne. A primeira audiência de Brown no tribunal está marcada para 15 de setembro.
A comandante interina da polícia de Victoria, Janet Stevenson, destacou a importância de os pais conhecerem o histórico de Brown, para que possam verificar se seus filhos tiveram contato com ele. A divulgação de sua identidade foi considerada uma decisão “incomum”, mas necessária devido à gravidade do caso. A primeira-ministra de Victoria, Jacinta Allan, expressou seu horror diante das alegações, afirmando que as famílias estão “vivendo o pior pesadelo de um pai”.
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