Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Lula afirma nunca ter sido esquerdista em conversa vazada no G7

Em conversa vazada no G7, Lula diz que nunca foi esquerdista, destacando atuação sindical e a adoção de posição do meio-termo na política global e brasileira

O presidente Lula durante conversa com a diretora do FMI, Kristalina Georgieva, e com o chanceler alemão, Friedrich Merz, durante o G7 (Foto: EFE/EPA/YOAN VALAT)
0:00
Carregando...
0:00
  • Lula disse, em conversa vazada no Grupo das Sete Economias (G7), que nunca foi esquerdista, durante reunião na França com Kristalina Georgieva e Friedrich Merz.
  • Georgieva comentou que todos esperavam que ele fosse esquerdista em 2002; Lula afirmou que nunca foi, destacando que era dirigente sindical com boa relação com o sindicalismo alemão, italiano e com a UGT, da Espanha.
  • O presidente também sugeriu que o mundo não é de esquerda, mas do caminho do meio, citando que os republicanos dos Estados Unidos ficam mais tempo no poder do que os democratas e que, na França, os socialistas também estiveram no poder.
  • Lula relatou um episódio da década de oitenta, dizendo ter sido visto como anticomunista após não ir a um congresso na Rússia por ter sido condenado pela Lei de Segurança Nacional.
  • Ainda no G7, Lula foi flagrado pela Associated Press criticando os Estados Unidos e o presidente Donald Trump; o governo brasileiro declarou discordância com documentos aprovados na cúpula, argumentando que foram moldados para agradar Trump.

Durante a cúpula do G7 na França, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em conversa privada que nunca foi esquerdista. A declaração ocorreu diante da diretora do FMI, Kristalina Georgieva, e do chanceler alemão, Friedrich Merz, durante o encontro.

O tema surgiu após Georgieva dizer que muitos esperavam que Lula fosse de esquerda desde o primeiro mandato, em 2002, o que não se confirmou segundo ela. Lula reforçou que foi líder sindical com relações internacionais distintas.

O presidente ainda lembrou ter sido taxado de anticomunista na década de 1980, citando uma viagem pela Europa e um congresso na Rússia como momentos de forte oposição a esse rótulo. Ele relatou que buscou solidariedade internacional.

Contexto internacional

Mais cedo, o próprio Lula foi flagrado pela imprensa criticando políticas dos EUA e do então presidente Donald Trump, dentro do contexto da cúpula. O governo brasileiro participou do G7 como convidado, acompanhando a avaliação de documentos aprovados no encontro.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais