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Ala do PT-SP intensifica pressão por Tebet na vice de Haddad

Ala do PT paulista pressiona pela vice de Haddad com Simone Tebet; Tebet quer disputar o Senado, mantendo tensão até as convenções

A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet e o pré-candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad — Foto: Adriano Machado/Reuters
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  • Uma ala do PT de São Paulo intensifica a pressão para que Simone Tebet fique na vice de Fernando Haddad na disputa pelo governo do estado.
  • Pesquisas teriam apontado que Tebet soma mais votos que Márcio França, além de ser mulher e trazer a trajetória da ex‑ministra do Planejamento como ativos.
  • Tebet já descartou ficar com a vice, mantendo o foco no Senado; uma nova conversa com o presidente Lula poderia convencer, mas ainda não há encontro marcado.
  • Além de Tebet, Márcio França e Marina Silva também se colocaram à disposição para uma das vagas no Senado; a chapa busca espaço para pelo menos uma vaga na bancada.
  • A definição deverá ocorrer próximo das convenções partidárias, ainda sem data definida; a convenção do Republicanos para oficializar Tarcísio de Freitas está marcada para 1º de agosto.

Uma ala do PT de São Paulo deve intensificar a pressão pela indicação de Simone Tebet (PSB) como candidata à vice na chapa de Fernando Haddad (PT) ao governo do estado. A defesa se fundamenta em levantamentos que apontam Tebet como potencial amplificador de votos, especialmente pela candidatura feminina e pela trajetória da ex-ministra do Planejamento.

Segundo interlocutores, pesquisas apontam que Tebet pode agregar mais votos que Márcio França (PSB). Além disso, destacam o peso político da ex-ministra para atrair apoio de parcelas do eleitorado que hoje avaliam opções para o Senado paulista. A estratégia ocorre em meio a conversas internas no âmbito da federação petista.

Simone Tebet já descartou ocupar a vice, mantendo o foco no Senado ao qual migrou de domicílio eleitoral e, anteriormente, do MDB. Um integrante do PT afirmou que uma nova reunião com Lula poderia reverter a posição, mas não há encontro previsto. A indefinição persiste com pouco mais de um mês para as convenções.

Cenário atual e nomes em pauta

Além de Tebet, Márcio França e Marina Silva (Rede) estão à disposição para compor as vagas do Senado, conforme apoios de diferentes correntes. A federação PSOL-Rede também pleiteia uma das vagas para manter espaço na chapa, temendo que apenas o PSB ocupe as vagas disponíveis.

Alguns petistas defendem França para a vice, contudo ele ainda resiste a aceitar o posto. Por estar há mais tempo no partido e ser de São Paulo, ele é visto por aliados como candidato natural, caso Tebet não aceite.

Outras alternativas e panorama

Teresa Vendramini (PDT) já foi cotada para a vice, mas não confirmou atuação. A definição deve ocorrer próximo das oficializações de candidaturas, sem data definida para a convenção estadual. A convenção do Republicanos, que apoia Tarcísio de Freitas, está marcada para 1° de agosto, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

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