- Graham Platner, candidato ao Senado dos Estados Unidos pelo Partido Democrata, disse que os eleitores de Maine o apoiarão na eleição de 4 dias após sua convenção, apesar de controvérsias recentes.
- Reportagem do New York Times revelou relatos de três ex-parceiras românticas sobre comportamento perturbador, incluindo intimidação física, listados como parte das críticas ao candidato.
- Platner afirmou que acusações feitas contra ele são motivadas politicamente e “forjadas a partir do passado” ligado a PTSD e a momentos de recuperação.
- Controvérsias anteriores incluíram uma tatuagem reconhecida como símbolo nazista, que ele disse ter removido e alegou não conhecer o significado na época. Também houve divulgação de mensagens sexualmente explícitas enviadas quando era casado.
- O apoio a Platner continua entre setores do Partido Democrata, com presença de figuras como Bernie Sanders, Elizabeth Warren e Ruben Gallego, além de Ro Khanna na comitiva de apoio durante o comício.
O candidato democrata ao Senado Graham Platner recebeu, na véspera da eleição primária em Maine, o apoio de parte de eleitores e do aparato partidário, apesar de uma sequência de controvérsias recentes. Em Bar Harbor, durante um comício de 25 minutos, o ex-farmer de mariscos e veterano de guerra lembrou que Maine o apoia desde o início de sua trajetória, tratando as críticas como parte de um processo de recuperação.
A imprensa divulgou relatos de três ex-parceiras sentimentais que descrevem comportamentos considerados perturbadores, incluindo intimidação física. Platner afirmou que o passado tem sido alvo de weaponização, mas que recebeu apoio de eleitores do estado durante sua jornada de enfrentamento de traumas.
O republicano em potencial e ex-membro da Marinha também comentou sobre uma tatuagem associada a símbolos nazistas, que ele removeu após descobrir o significado. Além disso, surgiram relatos de mensagens sexualmente explícitas enviadas a mulheres quando o candidato era casado, bem como alegações de conduta inadequada com uma ex-assessora de campanha. Ele nega as acusações; uma ex-funcionária da campanha descreveu comportamentos de sexting.
Apoios e reações
Várias figuras proeminentes do debate interno do Partido Democrata mantêm apoio a Platner, entre eles senadores experientes como Bernie Sanders, Elizabeth Warren e Ruben Gallego. Também participou do ato Ro Khanna, representante da Califórnia, que afirmou a rejeição da misoginia e destacou que Platner reconheceu anos difíceis de sua vida.
Entre eleitores e dirigentes locais, houve sinais de que parte do eleitorado está disposta a perdoar falhas passadas, priorizando o Verlauf de mudança e responsabilidade do candidato. Uma leitura comum entre apoiadores é a percepção de que Platner está assumindo responsabilidades e buscando melhoria.
Outras lideranças políticas continuam observando o desenrolar da disputa. Grupos feministas e aliados indicaram que pretendem manter o foco nos fatos e na eleição de Maine, onde o governador Janet Mills permanece na disputa apesar de ter se afastado do pleito senatorial. A situação mantém o tema sob avaliação, com decisões pendentes sobre participação de Mills, conforme andamento das campanhas.
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