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Exílio de Miami comemora imputação a Raúl Castro e reação a Trump

Exilados cubanos em Miami celebram a imputação de Raúl Castro pelo derribo de avionetas, impulsionada pela pressão de Washington

El ex preso político y exiliado cubano Agustín Acosta, este miércoles en Miami.
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  • Cerca de cinquenta pessoas, com cartazes e bandeiras, se reuniram em frente ao Versailles, em Miami, para celebrar a notícia e o Dia da Independência de Cuba.
  • A Procuradoria Federal dos Estados Unidos anunciou que apresentou acusações contra Raúl Castro, de 94 anos, e outros cinco militares pelo derrubo de duas avionetas da organização Hermanos al Rescate em mil novecentos noventa e seis, que causaram quatro mortes.
  • O anúncio ocorreu durante evento na Torre da Liberdade de Miami, com participação de exilados, familiares de vítimas e autoridades locais.
  • Alguns exilados disseram que a ação pode representar uma etapa de justiça; outros disseram que a medida pode abrir espaço para intervenção dos EUA em Cuba.
  • O ato teve um miting do Partido Republicano da Flórida, com discursos elogiosos a Donald Trump e críticas ao regime cubano.

Um grupo de cerca de 50 pessoas, incluindo familiares de vítimas e exilados cubanos, se reuniu nesta quarta-feira em frente ao Versailles, na Calle 8, em Miami. O objetivo foi celebrar a condecoração pública do caso envolvendo Raúl Castro e lembrar a data histórica de Cuba.

A manifestação ocorreu na manhã de hoje, coincidindo com o anúncio da promotoria federal dos EUA sobre a apresentação de acusações contra Raúl Castro, de 94 anos, e cinco militares. A acusação envolve o derrube, em 1996, de duas aeronaves da organização Hermanos al Rescate, que resultou na morte de quatro pessoas.

Entre os presentes estavam marcos da comunidade cubana no exílio, simpatizantes do Partido Republicano da Flórida e autoridades locais. O ato recebeu elogios ao presidente Donald Trump, com discursos alinhados à leitura de que os EUA adotaram uma postura dura contra o regime cubano.

Contexto e depoimentos

Agustín Acosta, ex-preso político, afirmou que muitos exilados já se mobilizavam para o 20 de maio e que a notícia do enquadramento de Raúl Castro aumentou a expectativa. O 20 de maio é lembrado como data de independência nacional na época, antes do foco na revolução de 1959.

Maribel Ramírez, cubana há 15 anos em Miami, destacou que a notícia oferece esperança e classificou a cobrança de responsabilização como parte de uma estratégia para intervir, segundo sua leitura. Outra participante, María Rodríguez, chegou a Miami em 1968 e disse que era hora de ações legais.

O evento também reuniu familiares de víctimas de Hermanos al Rescate e autoridades locais, incluindo representantes de serviços públicos e instituições de ensino da região. Líderes da comunidade reafirmaram a leitura de que a justiça contra Raúl Castro pode sinalizar mudanças na política em relação à ilha.

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