- Steve Reed, aliado de Keir Starmer, admite que o primeiro-ministro é “impopular” e pede que o partido foque no país.
- Reed diz que não há liderança em aberto e critica o “nonsense interno”; candidaturas precisariam de apoio de MPs, o que ainda não ocorreu.
- Existe expectativa de um desafio de liderança, com Andy Burnham, prefeito de Greater Manchester, considerado, mas ainda sem confirmação.
- O deputado Josh Simons anunciou que renuncia ao mandato para abrir caminho a Burnham em uma possível byelection; Simons acredita que Burnham pode promover mudanças.
- Reed afirmou que Starmer não está considerando sair do cargo e que o Labour não quer repetir o caos visto no governo conservador.
Steve Reed, aliado próximo de Keir Starmer, reconheceu nesta manhã que o primeiro-ministro é visto como impopular pela opinião pública. Mesmo assim, ressaltou a necessidade de o Labour priorizar o país em vez de focar apenas na própria organização interna.
Em entrevista a veículos, Reed disse que, se houver uma troca de liderança, cada um dos últimos quatro primeiros-ministros foi considerado o mais impopular de sua era. Ele pediu unidade em torno de Starmer e urgência em entregar mudanças aguardadas pelo eleitor.
O assunto de uma eventual disputa interna parece inevitável para alguns observadores, com a possível candidatura do prefeito de Greater Manchester, Andy Burnham. Contudo, Reed afirmou de forma objetiva: não existe um desafio de liderança em aberto.
Para Reed, qualquer pessoa interessada em liderar o Partido precisaria angariar o apoio de um número suficiente de MPs, o que ainda não ocorreu. Ele pediu pausa para uma reflexão neste fim de semana e retorno na próxima semana com foco no país.
Reed também negou relatos de que Starmer estaria considerando deixar o cargo, afirmando que o Labour não repetirá o “caos” visto durante o governo anterior. O tom foi de evitar especulações e manter o confronto no eixo institucional.
Ontem, o MP Josh Simons anunciou que deixará seu distrital em Makerfield para abrir espaço à possível candidatura de Burnham em um byelection. Simons afirmou acreditar que Burnham pode liderar a mudança que o país clama.
Simons disse à BBC Manchester que o partido perdeu a confiança de eleitores-força de sua base. Afirmou que reformas rápidas, radicais e corajosas seriam essenciais para recuperar esse apoio.
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