- O ataque em Bondi Beach, durante uma festa de Hanucá em 14 de dezembro, deixou 15 mortos; a polícia trata o fato como terrorismo, possivelmente inspirado pelo Estado Islâmico.
- Um dos suspeitos, Sajid Akram, morreu no local; o filho dele, Naveed Akram, está no tribunal sob dezenas de acusações, incluindo 15 homicídios.
- O governo federal anunciou a instalação de uma comissão real para investigar o ataque e o antisemitismo na Austrália.
- O senador Malcolm Roberts, de One Nation, disse em entrevista no YouTube que não tem dados para confirmar nem negar se foi um “false flag” e que a ideia é absurda.
- Em Canberra, Pauline Hanson defendeu Roberts dizendo que as declarações foram tiradas de contexto; Allegra Spender criticou as declarações como inadequadas.
Malcolm Roberts, senador do One Nation de Queensland, voltou a gerar confusão ao comentar o ataque antissemita em Bondi Beach. Em entrevista no YouTube, ele disse que não tem dados para descartar a possibilidade de que o episódio tenha sido um golpe disfarçado, mas classificou a ideia como absurda.
O debate ocorreu durante uma entrevista de 23 minutos. A apresentadora questionou se o ataque poderia ter sido uma “false flag”. Roberts afirmou que não tem evidências suficientes para confirmar nem negar a hipótese, defendendo que precisa de dados antes de tirar conclusões.
Em Canberra, na quarta-feira, Roberts dividiu a fala com a colega Pauline Hanson e afirmou que não pretende sinalizar que o ataque tenha sido uma farsa. A bancada do One Nation insistiu que apoiou a comunidade judaica e pediu a criação de uma comissão real sobre antisemitismo.
O ataque, ocorrido em 14 de dezembro durante uma celebração de Hanucá em Bondi Beach, deixou 15 mortos. A polícia tratou o caso como terrorismo, atribuída a um possível ataque inspirado pelo Estado Islâmico. Um dos suspeitos morreu no local; o filho dele enfrenta várias acusações.
Em resposta às declarações, a deputada Allegra Spender condenou o conteúdo da entrevista. Spender ressaltou que, para a família das vítimas, as afirmações foram desrespeitosas e contrárias aos avisos das agências de segurança.
O governo federal criou uma comissão real para investigar o ataque e o antisemitismo no país. O tema segue sob escrutínio público, com autoridades pedindo responsabilidade de representantes eleitos para evitar desinformação.
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