- A Quaest mostrou que 43% dos brasileiros entenderam que Lula saiu mais forte após o encontro com Donald Trump na Casa Branca, na quinta-feira anterior.
- Os temas discutidos foram terras raras, crime organizado e comércio, segundo o governo.
- Ainda segundo a pesquisa, 60% consideram o diálogo entre Lula e Trump bom para o Brasil, enquanto 18% veem como ruim; 70% sabiam da reunião antes da divulgação.
- O levantamento foi realizado de 8 a 11 de maio com 2.004 pessoas acima de 16 anos, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
- Em novembro de 2025, após encontro na Malásia, 45% dos brasileiros avaliavam que Lula saiu mais forte.
Foi divulgado pela Quaest, nesta quarta (13), um levantamento sobre o encontro entre Lula e Donald Trump na Casa Branca, na semana passada. A pesquisa apura percepção sobre impacto político, econômico e o conhecimento do encontro.
O evento ocorreu na Casa Branca na quinta-feira passada (7). Lula e Trump conversaram por cerca de três horas sobre terras raras, crime organizado e comércio, segundo relato do governo brasileiro.
A Quaest entrevistou 2.004 pessoas, com faixa etária a partir de 16 anos, entre 8 e 11 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com 95% de confiança. Registro no TSE: BR-03598/2026.
Sobre o impacto, 43% dos entrevistados avaliam que Lula saiu mais forte da reunião. Outras 26% entendem que ele saiu mais fraco, e 13% dizem que manteve o mesmo nível de força. 18% não sabem responder ou não quiseram opinar.
Em relação ao efeito para o Brasil, 60% consideram o encontro benéfico, 18% veem impacto negativo, e 22% não responderam ou ficaram em equilíbrio. A pesquisa também apontou que 70% sabiam do encontro antes da divulgação.
Os dados indicam ainda que o sentimento sobre a relação Brasil-EUA está em evolução. 56% veem a relação como aliança, 29% como independente, e 6% como oposição. 9% não souberam ou não responderam.
Entre os temas da conversa, a percepção de que o diálogo é positivo para o país predomina, com 60% avaliando-o como benéfico. Já 37% consideram a reunião mais positiva para Lula, e 20% mais negativa.
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