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Espinosa, ecuatoriana, entra na disputa para dirigir a ONU em 2027

María Fernanda Espinosa Garcés é candidata oficial da Antigua e Barbuda à secretaria-geral da ONU, ampliando o leque latino-americano entre cinco postulantes

María Fernanda Espinosa, nueva candidata a secretaria general de la ONU, en septiembre de 2016, cuando fue presidenta de la Asamblea General, en un evento sobre mujeres y niñas en Nueva York.
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  • Antigua e Barbuda oficializou a candidatura de Maria Fernanda Espinosa Garcés ao cargo de secretária-geral da ONU, a partir de 1º de janeiro de 2027.
  • Espinosa já foi presidenta da Assembleia Geral da ONU (2018-2019) e ex-ministra de Relações Exteriores do Equador; ela se soma a Rebeca Grynspan, Rafael Grossi e Michelle Bachelet entre os favoritos latino-americanos, com Macky Sall (Senegal) sendo o candidato não latino-americano.
  • A tendência geográfica costuma privilegiar América Latina nesta rodada, ampliando o grupo de nomes da região entre os candidatos.
  • A organização enfrenta dúvidas sobre credibilidade e finanças, e a decisão sobre o novo líder deve ficar conhecida até o fim do verão ou no início do outono.
  • Entre os cinco nomes em disputa, quatro são mulheres, refletindo a pressão por uma liderança feminina na ONU.

Antigua e Barbuda formalizou a candidatura de Maria Fernanda Espinosa Garcés ao cargo de secretária-geral da ONU, a partir de 1º de janeiro. Ex-ministra de Relações Exteriores do Equador, já presidiu a Assembleia Geral da ONU. A escolha amplia o grupo de possíveis substitutos de António Guterres.

A lista de potenciais candidatos já contava com Rebeca Grynspan (Costa Rica), Rafael Grossi (Argentina) e Michelle Bachelet (Chile). Macky Sall (Senegal) é o único não latino-americano entre os nomes divulgados. A corrida decorre em meio a debates sobre legitimidade regional.

Espinosa encaminha uma candidatura com foco em credibilidade da ONU e transformação institucional. Propõe cinco pilares: paz e segurança, desenvolvimento, energia e digital, redução de falhas de execução e alocação de recursos por resultados. A escolha pode seguir o padrão regional.

Candidatos e cenário político

Secondo o processo, o tema de gênero aparece com força: há pressão para que a direção seja ocupada por uma mulher. Annalena Baerbock, presidente da Assembleia, incentivou candidaturas femininas. Atualmente, quatro das cinco candidaturas são de mulheres.

O prazo para conhecer o escolhido tende a se estender até o fim do verão ou início do outono no hemisfério norte. O próximo secretário-geral deverá enfrentar crises geopolíticas e desafios financeiros da instituição. A decisão depende de votos dos Estados-membros.

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