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Congresso suspende credenciais de Vito Quiles e Bertrand Ndongo

Congresso suspende cautelarmente e de forma indefinida as credenciais dos agitadores ultras Vito Quiles e Bertrand Ndongo, que têm dez dias para recorrer

Vito Quiles (a la izquierda) interrumpe a gritos, el pasado jueves, una comparecencia de la portavoz adjunta de Sumar, Aina Vidal.
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  • O Congresso suspendeu, de forma cautelar e indefinida, as credenciais de Vito Quiles e Bertrand Ndongo; eles têm dez dias para recorrer.
  • A medida, baseada na Lei de Procedimento das Administrações Públicas, mira episódios ocorridos desde o fim de 2025 envolvendo os agitadores.
  • Quiles foi suspenso por gravar sem autorização o ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero; Ndongo, por interromper uma coletiva da porta-voz do Sumar, Verónica Barbero.
  • Este é o primeiro passo de um processo longo para evitar que os agitadores quebrem regras do Congresso; há diversos expedientes abertos contra eles no Conselho Consultivo de Comunicação.
  • PP e Vox não participam do Conselho; novas denúncias foram apresentadas contra Quiles e Ndongo na última semana, com credenciais de imprensa de EDA TV (Quiles) e Periodista Digital (Ndongo).

O Congresso suspendeu de forma cautelar e indefinida as credenciais dos agitadores ultradireitistas Vito Quiles e Bertrand Ndongo. A decisão foi tomada pela Mesa, órgão de governo da Câmara, com apoio da maioria do PSOE e Sumar. Os envolvidos podem apresentar recurso em 10 dias.

A suspensão decorre de denúncias registradas no final de 2025 e de ajustes na regulamentação aprovados no mesmo ano. A medida visa conter incidentes provocados pelos dois com credenciais de imprensa, segundo o parlamento.

Quiles gravou imagens em um corredor sem autorização, gravando o ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero. Ndongo atrapalhou uma coletiva de imprensa da porta-voz do Sumar, Verónica Barbero, segundo apuração do Congresso.

Ambos entram no processo com base na Lei de Procedimento das Administrações Públicas, ligada aos episódios ocorridos desde 2025. A decisão de hoje marca o início de um procedimento mais amplo para impedir novas violações.

Quiles acumula seis outros expedientes abertos pelo Conselho Consultivo de Comunicação, órgão criado após a reforma do regimento. Ndongo tem um expediente adicional aberto pelo conselho, mais uma denúncia da APP.

Os relatos apontam que Quiles e Ndongo entraram no Congresso com credenciais de imprensa: Quiles pela EDA TV e Ndongo pelo Periodista Digital. A imprensa interna protestou, alegando que os atos dificultam o trabalho jornalístico.

Na Câmara, o PP e o Vox boicotaram o Conselho Consultivo, não comparecendo às suas reuniões. As denúncias apresentadas contra Quiles e Ndongo envolvem diferentes organizações, com acusações de interrupção de atividades políticas e jornalísticas.

A audiência pública de acompanhamento do caso deverá continuar nos próximos meses, com novas denúncias e defesas previstas. O objetivo é assegurar o funcionamento institucional e evitar novas quebras de protocolo.

Quiles havia participado das eleições europeias como candidato de uma chapa ultralista. Ndongo também aparece indicado como figura de atuação provocativa, segundo as investigações em curso.

A suspensão das credenciais é apenas o primeiro passo do que o Congresso descreve como um processo longo para assegurar a observância das normas da casa. Não há conclusão sobre sanções adicionais neste momento.

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