- O senador Jaques Wagner afirmou que houve traição na votação que rejeitou o nome de Jorge Messias para o STF, com 42 votos contrários e 34 a favor.
- Wagner disse que foi traído e que sua conta nunca caiu abaixo de 41 votos.
- O líder do governo chamou a votação secreta de “convite à traição” e classificou a situação como crueldade e violência institucional.
- Ele ressaltou que a Constituição garante ao presidente da República a prerrogativa de indicar ministros para o STF e lembrou atuação anterior em indicações feitas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Sem citar nomes, sugeriu que houve gente com raiva por Rodrigo Pacheco não ter sido indicado, indicando Motivações político-partidárias para a derrota de Messias.
O senador Jaques Wagner, líder do governo no Senado, afirmou que houve traição na votação que rejeitou o nome de Jorge Messias para o STF. Ele descreveu o episódio como uma decepção pessoal.
Messias foi recusado por 42 votos contra 34. Wagner contou, em entrevista, que informou ao presidente Lula que a votação secreta no Senado funciona como convite à traição.
O líder classificou a reação como crueldade e violência institucional. Reforçou a prerrogativa do presidente da República de indicar ministros ao STF e lembrou votações anteriores em defesa dos nomes de 2020 e 2021.
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