- Deputados da oposição começam a articular o retorno do debate sobre a PEC da Anistia após o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes suspender a aplicação da Dosimetria.
- O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, classificou a PEC da Anistia como “nefasta à democracia brasileira”.
- Wagner afirmou que não há como conceder anistia a quem depreda três prédios públicos, pois isso estimularia novos atos
- Segundo ele, os prédios atingidos seriam o do Supremo Tribunal Federal, o Congresso e o Palácio do Planalto, citando o episódio de 8 de janeiro como referência triste.
- A declaração foi dada nesta quarta-feira (11) em entrevista ao Estúdio i da GloboNews.
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, classificou a PEC da Anistia como nefasta à democracia brasileira e afirmou que não é aceitável conceder perdão a quem depredou três prédios públicos, citando o Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto. A declaração ocorreu nesta quarta-feira, 11, durante entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, e relacionou a proposta aos atos de 8 de janeiro, considerados de triste memória.
Segundo articuladores da oposição, o debate sobre o texto voltou a ganhar força após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, suspender a aplicação da dosimetria prevista no processo.
A oposição busca retomada das discussões parlamentares sobre a PEC, com o objetivo de redefinir pontos que permitam a continuidade do debate jurídico e político sobre o tema, sem transformar o episódio de 8 de janeiro em precedente de anistia. O contexto envolve críticas à proposta, avaliadas como prejudiciais ao equilíbrio institucional.
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