- Lula afirmou, em postagens nas redes X e Instagram, que busca ampliar parcerias com os Estados Unidos sem abrir mão da soberania, após reunião com o presidente Donald Trump.
- Na mensagem do X, o presidente destacou temas como comércio bilateral, negociações tarifárias, cooperação no combate ao crime organizado e em minerais críticos, dizendo estar satisfeito com a reunião.
- No Instagram, Lula disse que EUA podem participar de ações conjuntas contra o crime organizado, citando a cooperação entre aduanas e a Polícia Federal.
- Ele informou que foi apresentada aos norte-americanos a base criada em Manaus com participação de policiais de países da América do Sul para enfrentar o crime organizado na fronteira.
- O presidente mencionou o plano Brasil Contra o Crime Organizado, que será lançado na próxima semana, como parte das ações a serem desenvolvidas com participação externa.
Em postagens realizadas neste sábado (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu ampliar parcerias com os Estados Unidos e ações de combate ao crime organizado. As manifestação ocorreram no X e no Instagram. A pauta surgiu após a reunião com o presidente dos EUA, Donald Trump, realizada na quinta-feira (7).
Representantes das equipes de Lula e de Trump participaram do encontro, segundo o próprio presidente. O objetivo é ampliar parcerias, manter o diálogo e preservar a soberania brasileira, conforme o relato das redes sociais do presidente.
A dupla tratou de comércio bilateral, negociações tarifárias e cooperação no combate ao crime organizado e a minerais críticos. Lula disse estar satisfeito com a reunião, enquanto disse esperar que as negociações avancem.
Parcerias com EUA e combate ao crime
No Instagram, Lula destacou o tema do combate ao crime organizado, lembrando a atuação da Polícia Federal e a experiência no enfrentamento ao tráfico de drogas e armas. As aduanas brasileiras também já cooperam nesse sentido, segundo o presidente.
Outra informação apresentada foi a criação de uma base na cidade de Manaus com participação de polícias de países da América do Sul, para ampliar o controle fronteiriço contra o crime organizado, o tráfico de armas e de drogas. Os EUA teriam a possibilidade de participar, conforme a postagem.
Lula ressaltou a necessidade de desarticular o potencial financeiro do crime, mencionando o lançamento, na semana que vem, do plano Brasil Contra o Crime Organizado, como etapa importante da atuação conjunta.
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