- O pré-candidato Romeu Zema, do Novo, afirmou em Frente a Frente, no Canal UOL, que tem histórico diferente de Flávio Bolsonaro e que precisou ralar para ganhar dinheiro.
- Zema disse ter trabalhado para conquistar espaço, criticando dinastias políticas e defendendo o combate a conchavos e nomeações familiares.
- Ele garantiu não ter levado parentes para cargos em seu governo e prometeu manter a mesma postura caso chegue à presidência.
- Sobre trabalho infantil, Zema negou apoiar a ideia e disse que pretende expandir o programa Jovem Aprendiz para ampliar a participação de jovens no mercado.
- O Frente a Frente é apresentado por Daniela Lima e Fábio Zanini, com análises sobre o cenário político e as eleições de 2026.
O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), afirmou durante o programa Frente a Frente, do Canal UOL, que precisou ralar economicamente como a maioria dos brasileiros. Segundo ele, essa experiência o diferencia de Flávio Bolsonaro (PL) e embasa sua postura contra conchavos e nomeações familiares. O entrevistado ressaltou que não carrega vínculos familiares em cargos públicos.
Zema destacou ainda que sua trajetória é marcada pela falta de “rabo preso” com grupos políticos tradicionais. Ele disse ter promovido uma gestão sem indicar parentes para个 cargos e afirmou que pretende manter a mesma linha ao chegar à Presidência da República. O ex-governador preserva a ideia de que é preciso trazer independência e visão externa para enfrentar crises.
História profissional e governança
O candidato mineiro ressaltou que, ao longo de sua carreira, deu prioridade a resultados e controle de despesas. Ele citou exemplos de cortes e ajustes realizados durante seu governo como evidência de sua proposta de gestão sem influenciação de redes familiares.
Jovem Aprendiz e trabalho infantil
Em outro trecho, Zema negou apoio ao trabalho infantil e afirmou que a ideia é ampliar o programa Jovem Aprendiz. Segundo ele, o Brasil precisa ampliar oportunidades para jovens, entendendo o trabalho como uma atividade complementar quando orientada de forma adequada.
Contexto e bastidores
A entrevista faz parte da cobertura dos bastidores de Brasília, com análises sobre as articulações para as eleições de 2026. O Frontier a Frente conta com colunistas do UOL e está disponível ao vivo em diversas plataformas da casa de mídia.
Veja a íntegra do programa em plataformas do UOL, com o material audiovisual acessível no site e no canal oficial. A cobertura acompanha as perspectivas de cenários e estratégias políticas para as próximas eleições, sem tomar partido ou emitir opiniões.
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