- O TSE lançou a mascote oficial das urnas, chamada Pilili, em evento que marcou 30 anos do sistema eletrônico de votação no Brasil.
- Pilili foi criada para aproximar jovens do voto e se inspira no Zé Gotinha, visando fortalecer a comunicação da Justiça Eleitoral com o público jovem.
- A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, ressaltou o papel das urnas na democracia e o avanço da participação feminina no processo eleitoral.
- A cerimônia, que teve início por volta das 14h, reuniu estudantes de escolas públicas e privadas, com palestras, experiência prática com as urnas e visita ao Museu do Voto.
- O TSE destacou a segurança do sistema, com auditorias e mecanismos como zerésima, Boletim de Urna (BU) e Registro Digital do Voto (RDV); o matemático Giuseppe Dutra Janino afirmou que não houve fraude comprovada em trinta anos.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou nesta segunda-feira (4) a mascote oficial das urnas eletrônicas, batizada de Pilili. O anúncio ocorreu durante um evento que celebra três décadas de uso do sistema eleitoral eletrônico no Brasil.
Pilili foi criada para aproximar o voto dos jovens, lembrando o Zé Gotinha das campanhas de vacinação. A ideia é fortalecer a comunicação da Justiça Eleitoral com o público jovem, tornando o tema mais acessível.
Durante a cerimônia, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, destacou a participação cidadã e o papel das urnas na democracia. Também ressaltou o avanço das mulheres no processo eleitoral, reforçando diversidade no pleito.
Pilili para engajamento jovem
A programação teve início por volta das 14h e reuniu estudantes de escolas públicas e privadas. Os alunos acompanharam palestras sobre o sistema eleitoral, experimentaram as urnas e visitaram o Museu do Voto, dedicado à história das eleições.
Segurança e transparência do sistema
O TSE enfatizou que as urnas passam por auditorias regulares e testes de segurança. Entre os mecanismos, estão a verificação pública dos equipamentos, testes de integridade e validação dos sistemas, assegurando o sigilo e a confiabilidade dos votos.
Antes da votação, a urna realiza a chamada zerésima para comprovar que nenhum voto está registrado. Ao final, o Boletim de Urna apresenta o resultado da seção, com o Registro Digital do Voto permitindo conferência sem violar o sigilo. Partidos e instituições podem acompanhar todas as etapas.
O matemático Giuseppe Dutra Janino, um dos criadores da urna eletrônica, comentou que o voto em papel era mais lento e dependia de intervenção humana, gerando desconfiança. Ele afirmou que, em 30 anos, não houve fraude comprovada no sistema eletrônico.
Ao longo do evento, o TSE reforçou a importância de ampliar o conhecimento público sobre o funcionamento das eleições e combater a desinformação. A iniciativa busca fortalecer a confiança no sistema, especialmente em períodos eleitorais.
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