- O presidente dos EUA, Donald Trump, intensificou as ameaças contra o Irã, dizendo que “uma civilização inteira morrerá” nesta noite, em postagem na Truth Social, nesta terça-feira.
- Trump afirmou que, embora não queira, é possível que isso ocorra, citando uma eventual mudança de regime e a predominância de mentes menos radicais.
- Ele mencionou que a noite pode trazer algo revolucionário e relevante na história do mundo, sem oferecer detalhes.
- O prazo para que o Irã reabra o estreito de Ormuz foi anunciado para esta terça, com origem em uma comunicação anterior de 26 de março; o ataque de 28 de fevereiro foi relacionado pelo texto à morte de o(ai) aiatolá Ali Khamenei, líder iraniano, segundo o material.
- O regime iraniano desconsiderou as ameaças recentes.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou as ameaças contra o Irã pouco antes do prazo para reabrir o Estreito de Ormuz. Em publicação na Truth Social, ele afirmou que uma civilização inteira morrerá esta noite e que possivelmente ocorrerá uma mudança de regime.
Segundo Trump, a situação pode trazer mudanças significativas, com a prevalência de mentes diferentes e menos radicadas. Ele ressaltou que o momento pode marcar um marco histórico, sem detalhar ações futuras.
O ultimato vence nesta terça-feira, após ter sido divulgado em 26 de março. A medida sucede o ataque de 28 de fevereiro que matou o então líder supremo iraniano, o Aiatolá Ali Khamenei, evento que elevou as tensões na região. O Irã respondeu de modo crítico às ameaças recentes.
Contexto e prazo
O governo iraniano manteve tom de desdém diante das declarações e das pressões externas. Especialistas avaliam que o redor do Estreito de Ormuz segue como ponto sensível para o tráfego marítimo global e para a estratégia de poder regional.
Entre rumores de negociações e recuos, Trump já citou avanços potenciais em negociações de cessar-fogo, mas rapidamente reconsiderou o comentário. Analistas destacam a imprevisibilidade das declarações do presidente norte-americano.
Entre na conversa da comunidade