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Trump revela que EUA tentaram entregar armas a rebeldes iranianos sem sucesso

Trump diz que os EUA tentaram entregar armas a rebeldes iranianos durante as manifestações de janeiro, mas intermediários ficaram com os carregamentos

El presidente Donald Trump junto a un conejo de pascua mientras se dirige a la multitud desde el balcón de la Casa Blanca, el lunes 6 de abril.
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  • Donald Trump afirmou que os Estados Unidos tentaram entregar armamento a rebeldes iranianos durante as protestas de janeiro, mas os carregamentos não foram distribuídos pelos intermediários.
  • O presidente não identificou os intermediários na ocasião, embora tenha acusado grupos curdos em declarações anteriores.
  • Segundo Trump, as armas teriam sido enviadas aos kurdos, semanas antes da guerra, para que os iranianos pudessem lutar contra o regime; ele acusa o desvio dos carregamentos.
  • Trump disse que o regime iraniano matou cerca de 45.000 pessoas na repressão às manifestações, cifra maior que a verificada por organizações de direitos humanos. HRANA cita 6.872 mortes.
  • As declarações foram feitas em frente à imprensa durante um evento de Páscoa na Casa Branca, com criticismo ao governo iraniano.

Donald Trump revelou que os Estados Unidos tentaram entregar armamento a rebeldes iranianos durante as protestos contra o regime em janeiro, mas o esforço falhou porque os intermediários não repassaram os cargamentos. A declaração foi feita durante um ato anual de Páscoa na Casa Branca, após menções anteriores em entrevistas informais neste fim de semana.

Segundo o presidente, os armamentos deveriam chegar a grupos que pudessem lutar contra o governo iraniano. Trump disse que não identificou os responsáveis pelos desvios, mas já havia apontado guerilhas kurdas como supostas ocultadoras dos reparos. O episódio é apresentado pelo líder americano como uma tentativa de apoiar o movimento pró-democracia no Irã.

Ele contou ainda aos jornalistas que houve envio de armas, que teriam ficado nas mãos de quem deveria distribuí-las aos iranianos. Na semana anterior, Trump tinha dito que havia enviado as armas por meio de kurdos e manteve a acusação de fraude contra esses grupos, sem confirmar nomes.

Contexto sobre as acusações e os interlocutores

Trump relatou aos corresponsais que alguns receptores se apropriaram das armas enviadas. Ele confirmou que as remessas ocorreram semanas antes da escalada de violência na repressão às manifestações iranianas, que ganharam brutalidade no início do ano.

O presidente mencionou também números de mortos atribuídos ao regime iraniano na repressão. Segundo suas contas, cerca de 45 mil pessoas teriam morrido, valor muito superior ao indicado por organizações de direitos humanos. A HRANA, organização com sede nos EUA, aponta ao menos 6.872 mortes verificadas.

Panorama sobre as ações e o contexto regional

Trump afirmou que, caso o povo iraniano tivesse armas, o regime poderia ceder rapidamente. Ele repetiu que o Irã não dispunha de armamentos suficientes para enfrentar a oposição, o que, segundo ele, justificaria a ajuda externa recebida pelos reformatários.

Em momentos anteriores, Trump havia procurado distanciar os Estados Unidos de envolvimento direto com grupos kurdos no conflito iraniano, embora, nos primeiros dias, pareceria considerar a participação deles como uma possibilidade.

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