- O pré-candidato Ronaldo Caiado, do PSD, afirmou que busca entrega prática e não popularidade nas redes, em resposta à comparação com Flávio Bolsonaro.
- Em entrevista ao Frente a Frente, Caiado disse que trabalha com entrega, não com gritos, polarização ou likes, destacando sua trajetória como cirurgião e ex-governador de Goiás.
- Afirmou que governou Goiás cuidando das pessoas, com foco em educação, segurança pública, atração de indústrias e pesquisa, e sugeriu que o PT não teria voltado ao Planalto em dois mil e vinte e dois se o PL tivesse feito boa gestão.
- Caiado disse que qualquer candidato no segundo turno contra o PT pode vencer, mas questionou se entraria com legitimidade para governar, citando sua experiência política e administrativa.
- Propôs mudanças institucionais, defendendo mandatos de dez anos e a elevação da idade mínima para STF de trinta e cinco para sessenta anos, além de cobrar atuação do STF na crise envolvendo o Banco Master.
O pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou nesta segunda-feira (6) que foca em resultados concretos no governo, não em popularidade nas redes sociais. A declaração veio na resposta a uma comparação feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), que acumulava críticas ao estilo de Caiado.
Caiado destacou uma trajetória de gestão voltada à entrega de serviços, citando a atuação como ex-governador de Goiás. Ele disse que, em sua administração, houve melhoria de educação, segurança pública e estímulo à implantação de indústrias, bem como investimento em tecnologia e pesquisa.
Ele afirmou que, no âmbito da comunicação, não trabalha com gritos, polarização ou curtidas, e sim com entrega. O ex-governador também ressaltou que seu governo priorizou a proteção de vidas e a melhoria de serviços públicos.
Análise sobre a gestão e a governança
Caiado argumentou que o PT talvez não tenha retornado ao Planalto em 2022 caso o PL tivesse apresentado uma gestão mais eficiente. Ele se definiu como democrata na essência e garantiu respeitar o resultado das eleições.
Visão sobre o cenário político e o STF
O ex-governador disse que qualquer candidato no segundo turno contra o PT poderia vencer, mas questionou se o eventual vencedor teria legitimidade para governar sem enfrentar o Congresso. Em relação ao STF, defendeu que a corte tome iniciativa para esclarecer condutas diante da crise atual, sugerindo que ministros possam ser afastados para comprovarem inocência.
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