- Keir Starmer utilizou os novos direitos dos trabalhadores, que entram em vigor na segunda-feira, para atacar o Partido Verde, dizendo que votar nos rivais do Labour coloca em risco avanços como licença por doença, licença parental e contratos de trabalho com horas zero.
- Entre as medidas que entram em vigor na segunda-feira estão a suspensão do teto de benefício por dois filhos, um aumento de 4,8% da pensão estatal para £241,30 por semana e um aumento de 2,3% no padrão de ajuda de universal crédito.
- A Lei de Direitos no Trabalho de 2025 passa a garantir o pagamento de doença desde o primeiro dia de adoecimento, além de direito a paternidade e licença parental não remunerada desde o primeiro dia de trabalho.
- O Labour apresenta as mudanças como conquistas importantes, enquanto se prepara para possíveis derrotas nas eleições locais de 7 de maio, enfrentando Reform UK à direita e Greens à esquerda; os Greens contraporam, dizendo que o Labour recuou em direitos trabalhistas que foram fortalecidos após pressão de seus MPs.
- Pesquisas indicam cenário competitivo entre Greens e Reform, com o Labour em posição mais fraca segundo alguns levantamentos; o Green Party afirma ser hoje o partido da classe trabalhadora.
Keir Starmer aproveitou a entrada de novas leis trabalhistas para atacar o Greens, dizendo que votar nos rivais do Labour coloca avanços como salário por doença, licença parental e contratos de zero horas em risco. O primeiro-ministro citou as mudanças como avanços significativos.
Starmer também criticou empresários e opositores às mudanças, chamando de interesses ‘encastelados’ quem alertava sobre custos. Ele afirmou que há uma estratégia econômica séria que diferencia o Labour dos adversários.
O governo descreve as medidas como a maior fortificação dos direitos trabalhistas em uma geração, com críticas de empresários que contestam o custo. A liderança de Starmer afirma ter enfrentado resistência ao ampliar direitos desde o primeiro dia de adoção.
Medidas que entram em vigor nesta segunda-feira incluem o fim do teto de dois filhos na assistência, defendido por militantes contra a pobreza infantil e por MPs do Labour. Starmer chamou esse passo de um dos momentos mais orgulhosos.
Outros itens incluem aumento de 4,8% na pensão estatal para 241,30 libras por semana e reajuste de 2,3% na assistência padrão de crédito universal. Há também direitos de doença desde o primeiro dia de adoecer.
A legislação, sob a Employment Rights Act 2025, garante salário pago por doença desde o dia zero, além de direito a paternidade e licença parental não remunerada desde o início do emprego.
Reação do Greens ocorreu por meio de um porta-voz, que afirmou que o partido representa a classe trabalhadora e criticou o tom de Starmer, dizendo que a esquerda está ganhando espaço no debate. A legenda destacou que as mudanças foram pressionadas por parlamentares verdes.
Em meio a pesquisas, o Labour encara potenciais perdas nas eleições locais e de prefeito em maio, com Reform UK e Greens como principais adversários em distintas frentes. Há pleitos na Escócia e no País de Gales também.
A disputa política envolve a identidade do Labour, que tem enfrentado críticas de sindicatos de aposta tradicional, como a Unite, que chamou as mudanças de insuficientes. A liderança do partido sustenta que as reformas fortalecem o poder dos trabalhadores.
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