- Vários ministros trabalham com parlamentares oposicionistas de fora do governo para obter mais isenções às mudanças de imigração propostas por Shabana Mahmood.
- Keir Starmer está consultando sobre as alterações, que aumentariam para dez anos o tempo para obter indenização de residência permanente, em vez de cinco.
- Achem que as isenções já poderiam incluir trabalhadores do setor público e pessoas próximas de se tornar legais, como forma de reduzir a revolta entre os correligionários.
- Um grupo considerável de MPs do Labour quer que alterações não sejam retroativas, mantendo pessoas já presentes no país fora do alcance das mudanças.
- O governo sustenta que o processo está em consulta, incluindo o aspecto retroativo, e que as respostas de mais de duzentas mil são aguardadas para definir a posição final.
A equipe de Shabana Mahmood discute nos bastidores mudanças propostas na imigração, buscando ampliar as isenções. As alterações tornariam mais difícil obter o status de residência indefinida no Reino Unido.
Keir Starmer consulta sobre as propostas, que podem dificultar a obtenção de settled status, especialmente para quem já entrou no país. O objetivo é ouvir críticas internas e ajustar os mecanismos de isenção.
Segundo relatos, o governo avalia excluir do pacote pessoas já presentes no UK e trabalhadores do setor público, além de quem está próximo da regularização, para reduzir o desgaste entre os correligionários.
Reações internas e propostas de exceção
Membros do Labour reivindicam que mudanças não se apliquem a quem já chegou ao país. Alguns parlamentares defendem excluir retroativamente os emigrantes, para atenuar a oposição interna.
Outros cobram alterações mais abrangentes, incluindo no componente de concessão de residência, com a ideia de tornar as regras mais claras e previsíveis para quem vive no Reino Unido há anos.
Fontes do governo enfatizam que as mudanças passam por consulta pública e que a retroatividade está sob análise, com respostas de mais de 200 mil contribuições em avaliação.
Duas linhas distintas ganham apoio entre aliados: manter o endurecimento geral, ou demarcar exceções para reduzir o descontentamento entre a bancada e grupos de defesa de direitos humanos.
Parlamentares descrevem o ambiente como tenso, com críticas a tratativas do Home Office e a coordenação de ações entre ministérios, sobretudo após a vitória verde em cidades do interior.
A assessoria jurídica do governo reiterou que as mudanças visam incentivar a entrada legal e premiar contribuições ao país, sem detalhar cronograma ou mudanças específicas.
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