- A filiação de Kátia Abreu ao PT foi oficializada no Tocantins no sábado, 4, e já gerou reação interna na sigla.
- Um grupo ligado à corrente Articulação de Esquerda pediu à direção nacional que a filiação seja anulada, alegando falhas processuais.
- Os signatários afirmam que o diretório estadual não se reuniu para deliberar sobre a entrada da ex-senadora e criticam o alinhamento político.
- O texto sustenta que a trajetória de Kátia Abreu, ligada ao agronegócio, não condiz com diretrizes do PT, como reforma agrária e defesa dos trabalhadores rurais.
- Apesar da contestação, a tendência é que a direção nacional mantenha a filiação; Abreu afirmou que atuará ao lado do presidente Lula na defesa da democracia e da reeleição.
O PT oficializou a filiação de Kátia Abreu ao partido no Tocantins, neste sábado 4. A ex-ministra e ex-senadora ingressa na sigla para atuar junto ao presidente Lula na defesa da democracia e no projeto de reeleição, segundo anúncio feito pelo PT.
Um grupo ligado à corrente Articulação de Esquerda protocolou na direção nacional um pedido de impugnação da adesão. Os signatários alegam falhas no trâmite interno e divergências políticas com os princípios petistas.
O documento sustenta que o diretório estadual não teve reunião para deliberar o ingresso, o que violaria o processo interno. Também critica a trajetória de Kátia Abreu, associada ao agronegócio, e questiona alinhamento com diretrizes como reforma agrária e defesa dos trabalhadores.
Controvérsia interna no PT
Segundo o texto, o PT não é parceiro de modelos de poder ligados ao latifúndio ou à burguesia. Os autores afirmam que a atuação da ex-ministra não demonstra compromisso com as bandeiras centrais do partido. A impugnação não significa ainda a derrota da filiação.
Apesar da contestação, a tendência é que a direção nacional mantenha a filiação. Kátia Abreu ingressou no PT após deixar o PP e afirmou que atuará ao lado de Lula na defesa da democracia e no projeto de reeleição.
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