- Sir Malcolm Rifkind está entre mais de 3 mil signatários de uma carta aberta a o presidente de Israel, Isaac Herzog, pedindo intervenção para interromper ataques de extremistas judeus contra palestinianos na Cisjordânia.
- A carta, organizada pela London Initiative, reúne diplomatas, filantropos, rabinos e acadêmicos de vários países e vem após uma sequência de ataques e assassinatos de colonos palestinianos em março.
- O texto afirma que as forças de segurança israelenses são capazes de proteger civis palestinianos na região, mas que a ausência de diretrizes governamentais está contribuindo para a violência.
- Herzog respondeu pela X, dizendo que condena a violência e pediu que as autoridades queurem os responsáveis e acabem com esse fenômeno, destacando que tais atos prejudicam Israel e as relações com a diáspora judaica.
- A carta sucede outra enviada ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em agosto de 2025, que pediu fim da guerra em Gaza e o cumprimento da lei na Cisjordânia, observando que a violência tem se agravado desde então.
O ex-secretário de Relações Exteriores britânico Sir Malcolm Rifkind está entre mais de 3.000 signatários de uma carta aberta ao presidente de Israel, Isaac Herzog, pedindo intervenção para interromper ataques de extremistas judeus contra palestinos na Cisjordânia. A iniciativa foi facilitada pela London Initiative, rede liberal sionista, e reúne diplomatas, filantropos, rabinos e acadêmicos de diversos países.
A carta afirma que as forças de segurança israelenses são capazes de proteger civis palestinos sob diferentes níveis de controle militar e civil, mas não atuam de forma decisiva por falta de diretrizes governamentais. O documento circula em meio a uma onda de violência atribuída a colonos na região, com homicídios e ataques incendiários em março.
Signatários e contexto internacional
Entre os signatários britânicos estão ex-diplomatas e figuras próximas ao establishment, como Matthew Gould e Lord Michael Levy, além de Rifkind. Nomes proeminentes internacionais incluem filantropo Charles Bronfman e diplomatas de Israel, EUA e Canadá.
Reação de Herzog e desdobramentos
O palácio presidencial de Herzog divulgou posicionamento chamando a violência de extremistas de grave violação de valores israelenses. O presidente pediu que as autoridades utilizem todos os meios para responsabilizar os responsáveis e pôr fim ao fenômeno.
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