- Dr. Shane Dunphy, do Onslow Medical Centre, em Wellington, Nova Zelândia, enviou à embaixada dos EUA uma fatura de NZ$ 2.790,95 (US$ 1.597) para reembolso de custos com combustível, via vouchers para funcionários.
- Acompanhando a fatura, ele escreveu que os preços de combustível aumentaram devido à crise energética desencadeada pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, e que a embaixada deveria pagar.
- O cartão de combustível foi criado para ajudar a garantir transporte dos profissionais até o trabalho, mantendo as famílias. O preço médio da gasolina comum na Nova Zelândia já ultrapassa três dólares por litro.
- Dunphy afirmou que o pagamento era esperado dentro de sete dias e convidou outras pessoas e empresas a enviarem faturas semelhantes à embaixada, embora não esperasse a quitação.
- A embaixada dos EUA foi contactada para comentar; o médico também criticou o primeiro-ministro da Nova Zelândia e outros países que não condenaram a guerra. Em 27 de março, ele disse ter enviado a correspondência e a fatura.
O médico Shane Dunphy, da Onslow Medical Centre, enviou à embaixada dos EUA em Wellington uma fatura no valor de NZ$ 2.790,95 (US$ 1.597) referente a custos com vales de combustível para sua equipe. A correspondência foi enviada junto com a fatura, pedindo o reembolso.
Dunphy informou que os vale-combustível ajudaram os funcionários a chegar ao trabalho e sustentar suas famílias diante da atual crise energética. Segundo ele, a embaixada dos EUA é responsável pela situação econômica resultante do conflito envolvendo EUA, Israel e Irã.
A denúncia aponta que a Nova Zelândia está particularmente exposta à escalada de preços de combustíveis, com aumentos regionais relatados e impactos na cadeia de suprimentos. A embaixada não havia se pronunciado até a redação deste texto.
Contexto e desdobramentos
A fatura é apresentada como uma medida de princípio, com Dunphy afirmando que o pagamento seria esperado em sete dias. O médico afirmou que a ação visa chamar a atenção para os efeitos econômicos do conflito na vida de trabalhadores e pequenas empresas.
A matéria ainda confirma que a embaixada dos EUA foi contatada para comentar a situação, sem garantia de posição pública no momento. A reportagem mantém o foco na sequência de eventos e nos impactos locais, sem extrapolações sobre consequências políticas.
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