- A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), determinou o afastamento de todos os servidores e funcionários comissionados do Banco de Brasília (BRB) que deram aval à compra de ativos do Master.
- A medida visa garantir transparência nas apurações, conforme mensagem do governo, após auditoria interna indicar envolvimento de ao menos dez ocupantes de cargos de chefia nas negociações.
- Suspeita-se que esses servidores teriam forçado a aquisição de ativos podres do Master, cientes de fraudes nas carteiras de crédito.
- O BRB comprou 12 bilhões de reais em créditos do Master entre 2024 e 2025 e tentou comprar o banco de Daniel Vorcaro, mas foi impedido pelo Banco Central e agora é alvo de investigações pela Polícia Federal.
- Em novembro de 2025, após operação da PF que prendeu Vorcaro e fez buscas no BRB, três pessoas já foram afastadas e submetidas a investigação interna: Paulo Henrique Costa, ex-presidente; Dario Oswaldo Garcia Júnior, ex-diretor financeiro; Robério César Bonfim Mangueira, ex-superintendente.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), determinou o afastamento de todos os servidores e comissionados do BRB que endossaram a compra de ativos do Master. A medida visa assegurar transparência nas apurações em curso.
A auditoria interna identificou envolvimento de ao menos dez cargos de chefia nas negociações, com suspeitas de forçar a aquisição de ativos podres do Master, mesmo diante de fraudes nas carteiras de crédito. Não há disputas sobre a necessidade de apuração.
O governo afirma que a decisão não antecipa julgamentos, respeita o contraditório e garante independência das investigações. O BRB comprou 12 bilhões de reais em créditos do Master entre 2024 e 2025 e buscou adquirir o banco de Daniel Vorcaro, impedido pelo BC e alvo de PF.
Contexto da operação BRB e Vorcaro
Em novembro de 2025, a PF cumpriu mandados na operação que prendeu Vorcaro, além de realizar buscas no BRB. Três pessoas foram afastadas nesse estágio da apuração: o ex-presidente Paulo Henrique Costa, o ex-diretor financeiro Dario Oswaldo Garcia Júnior e o ex-superintendente Robério César Mangueira.
A instituição continua sob investigação, com possibilidade de novos afastamentos e aprofundamento de uma auditoria que aponta possíveis irregularidades nas negociações de ativos. A defesa do BRB não comento o andamento das apurações.
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