- Simon Dudley, novo porta-voz de habitação do Reform UK, afirmou que a tragédia de Grenfell foi um “trágico falha” e que “todo mundo morre no fim”, criticando regulamentos de segurança implementados após o incêndio de 2017.
- Dudley havia anunciado, em fevereiro, que ingressava no Reform, com Nigel Farage buscando mais especialistas para assessorar o partido.
- A fala gerou reação: Steve Reed, secretário de Habitação, pedidou a demissão de Dudley, dizendo que as declarações são inaceitáveis.
- O grupo Grenfell Next of Kin pediu desculpas a famílias das vítimas, destacando que a morte ocorreu em circunstâncias gravíssimas de negligência, não por destino.
- O Reform UK defendeu que moradias devem ser seguras, mas argumentou que regulamentações excessivas podem dificultar a construção de casas, mantendo o equilíbrio entre segurança e oferta de moradias.
Simon Dudley, novo porta-voz de Habitação do Reform UK, pediu desculpas às famílias de Grenfell após declarar que o incêndio no prédio foi uma tragédia, mas que no fim “todos morrem”. As afirmações foram dadas em entrevista a Inside Housing.
O debate público ocorreu após Dudley ter anunciado, em fevereiro, sua filiação ao Reform, alinhado a críticas às regulamentações de segurança implementadas após a tragédia de 2017. A fala gerou reação imediata de autoridades e vítimas.
Steve Reed, secretário de Habitação, pediu a demissão de Dudley, afirmando que os comentários são inaceitáveis. Reed enfatizou a gravidade do incêndio na Torre Grenfell e pediu responsabilização imediata.
O Grenfell Next of Kin Group manifestou repúdio às declarações, cobrando desculpas formais aos familiares das vítimas. O grupo representa parentes próximos das pessoas mortas no incêndio.
O Reform UK sustentou que a segurança das casas é essencial, mas argumenta que regulamentações excessivas podem prejudicar a construção. A legenda ressalta o equilíbrio entre segurança e velocidade na entrega de moradias.
Dudley, ex-presidente da Ebbsfleet Development Corporation, tem experiência no setor financeiro e já ocupou cargos em bancos. Após entrar no Reform, afirmou que a política habitacional dos dois grandes partidos falhou na oferta de imóveis.
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