- O vice-presidente Geraldo Alckmin disse que quem “apoia ditadura” não deveria se candidatar, durante café da manhã com jornalistas que marcou sua saída do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
- Ele afirmou que, ao lado do presidente Lula, “salvaram a democracia” e criticou quem não acredita no povo ao se candidatar.
- A declaração foi feita em resposta a candidaturas que desafiam a reeleição do governo nas eleições de outubro.
- Alckmin minimizou o crescimento do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas, dizendo que, na maioria, Lula ainda venceria.
- Em 2024, ele foi à posse do presidente iraniano Masoud Pezeshkian, mantendo proximidade com Ismail Haniyeh, líder do Hamas, fato que gerou repercussão na época.
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou, em café da manhã com jornalistas, que quem apoia ditadura não deveria se candidatar. O comentário ocorreu durante a cerimônia de sua saída do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, cargo que acumula com a vice-presidência da República.
Segundo o relato, Alckmin observou que a democracia foi salvaguardada por ele e pelo presidente Lula, contrapondo-se a ideias consideradas autoritárias. O tom foi de defesa da democracia diante das candidaturas que contestam a reeleição do governo federal nas eleições de outubro.
O vice-presidente foi questionado sobre o crescimento de pesquisas do senador Flávio Bolsonaro, mas minimizou o tema, afirmando que, na visão dele, Lula continua com vantagem na maioria dos cenários.
Contexto internacional
Alckmin não detalhou a que tipo de ditaduras se referia, tampouco se trataria de situações nacionais ou internacionais. Em 2024, o então ministro participou de eventos no exterior, incluindo a posse do presidente iraniano Masoud Pezeshkian, e apareceu próximo de Ismail Haniyeh, líder do Hamas, que esteve envolvido em ações no Oriente Médio.
Histórico de alianças
A trajetória política do PT é mencionada em críticas sobre alianças históricas com regimes de Venezuela e Cuba. Em momentos anteriores, a legenda já enfrentou questionamentos sobre relação com governos de outros países, mantendo, porém, posições que variaram conforme o contexto político brasileiro.
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