- Fabricantes de drones ucranianos vão a Bucareste, na Romênia, discutir produção conjunta com o Ministério da Defesa e o Exército romenos, sob novo mecanismo de financiamento da UE para rearmamento (SAFE), com participação de quinze empresas ucranianas.
- A União Europeia reservou à Romênia € 16,6 bilhões no âmbito do SAFE, que deve começar ainda este ano.
- O Ministério da Defesa romeno informou que o país pretende investir € 200 milhões em produção conjunta de drones.
- Zelenskiy afirmou a ministros das Relações Exteriores da UE, em Kyiv, que apresentou a proposta de cessar-fogo durante a Páscoa e pediu apoio dos EUA; ele disse que tomorrow falará com a equipe americana sobre o tema.
- As tratativas ocorrem em meio a tensões com drones que já cruzaram fronteiras romenas e caíram em território do país.
Ucrânia acelera parcerias para defesa enquanto negocia com EUA sobre cessar-fogo. Manufactoras de drones ucranianas vão a Bucareste discutir produção conjunta com apoio de fundos da UE, no marco da nova iniciativa SAFE. O objetivo é viabilizar produção local com participação de até quinze empresas.
O encontro ocorre com autoridades do ministério da defesa e do exército romeno, que receberam a delegação ucraniana na capital romena. A reunião busca firmar cooperação sob financiamento europeu para reforço de capacidades aéreas, com foco em drones de uso dual.
Ruma à frente, a UE autorizou Romênia a receber 16,6 bilhões de euros via SAFE, programa de rearmamento. O ministério romeno afirmou que pretende destinar cerca de 200 milhões de euros a produção conjunta de drones, com participação de quinze companhias ucranianas.
Diálogo com Estados Unidos sobre cessar-fogo
Volodymyr Zelenskyy disse aos ministros das Relações Exteriores da UE, que visitaram a Ucrânia, que apresentou a proposta de cessar-fogo durante as festas de Páscoa e pediu apoio dos EUA. “Esperamos resultados”, afirmou o presidente, que deve conversar amanhã com a equipe americana sobre o tema.
O debate chega em meio a preocupações na Europa com impactos econômicos de conflitos no Oriente Médio e interrupções energéticas, com especial atenção a países vulneráveis a importações do Golfo. A cobertura segue em desenvolvimento.
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