- Rodrigo Pacheco oficializou sua filiação ao Partido Socialista Brasileiro nesta quarta-feira, em Brasília.
- O evento contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e do prefeito de Recife, João Campos.
- Pacheco não confirmou se disputará o governo de Minas Gerais; afirmou que a filiação não é definição eleitoral.
- Existe expectativa interna de uma aliança com o presidente Lula para a campanha em Minas.
- Ele tem boa relação com prefeitos de diferentes partidos, o que pode influenciar a dinâmica política no estado.
Rodrigo Pacheco oficializou nesta quarta-feira, 1º, sua filiação ao PSB. O ato ocorreu em Brasília e marcou a entrada do ex-presidente do Senado no partido que passa a apostar em uma candidatura dele ao governo de Minas Gerais, em articulações com o PM.
O evento contou com a participação de Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, e de João Campos, prefeito de Recife e presidente nacional do PSB. Segundo a direção do partido, a filiação reforça a busca por ampliar a base na condução de alianças para o estado.
Pacheco afirmou que a filiação ocorre com alegria, mas descreveu a medida como não sendo um ato de definição eleitoral. Do ponto de vista do Palácio do Planalto, Minas é estratégico para a dinâmica da eleição presidencial, o que explica o interesse do PT em costurar apoio com o senador.
Ao longo da carreira, Pacheco iniciou na política em 2014, disputando a Câmara dos Deputados pelo PMDB. Em 2018 migrou para o DEM, e desde 2021 integrava o PSD. A candidatura anterior ao governo de MG não avançou. A intervenção ocorreu quando Gilberto Kassab apoiou o vice-governador Mateus Simões para substituir Romeu Zema.
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