- O senador Rodrigo Pacheco deixou o PSD e se filiou ao PSB; Lula apoia a candidatura de Pacheco ao governo de Minas Gerais.
- O vice-presidente Geraldo Alckmin participou do evento e participou do anúncio da filiação.
- Pacheco não confirmou sua candidatura, mas disse que o PSB discutirá, nos próximos dias, a composição das chapas com aliados.
- O senador criticou o “sucateamento da máquina pública” e o endividamento de Minas Gerais, que soma R$ 185 bilhões com a União.
- Mateus Simões, ex-vice de Zema e atual governador, saiu do Novo para o PSD, o que pode inviabilizar a candidatura de Pacheco caso busque a reeleição.
O senador Rodrigo Pacheco deixou o PSD e se filiou ao PSB na noite de quarta-feira (1º). A cerimônia ficou marcada pela presença do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin, com a defesa da candidatura de Pacheco ao governo de Minas Gerais em pauta.
Pacheco criticou o que chamou de sucateamento da máquina pública e apontou o elevado endividamento de Minas, estimado em 185 bilhões de reais com a União. O estado era governado por Romeu Zema, que deixou o cargo para disputar a presidência.
O PSB pretende dialogar com aliados para formar chapas e buscar caminhos de desenvolvimento e valorização dos servidores, segundo o senador. O objetivo é reverter déficits em saúde, educação, infraestrutura e segurança, conforme ele afirmou.
Mateus Simões, ex-vice de Zema e hoje governador, trocou o Novo pelo PSD, movimento que pode complicar a viabilidade da candidatura de Pacheco, pois Simões mira a reeleição. Pacheco disse estar alinhado aos valores do PSB, com foco democrático.
O senador destacou que a defesa das instituições é uma obrigação e não deve depender de popularidade nas redes sociais. Ele afirmou estar confortável na nova sigla e com o coração cheio de alegria.
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