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Lula busca maioria no Senado e critica senadores com mandato de oito anos

Lula diz que é preciso alianças para ter maioria no Senado e critica senadores com mandato de oito anos que pensam que são Deus

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dá entrevista à TV Cidade, em Fortaleza, no dia 1º de abril de 2026 — Foto: Ricardo Stuckert/PR
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  • Lula afirmou, em entrevista em Fortaleza, que um dos objetivos da campanha é formar maioria no Congresso e que senadores com mandato de oito anos “pensam que é Deus”.
  • Ele ressaltou que não se faz composição apenas com quem se gosta, defendendo alianças com outros partidos para viabilizar projetos.
  • Nesta semana, ministros do governo devem deixar as pastas para concorrer a cargos nas eleições de outubro, com o prazo de desincompatibilização até sábado, 4 de abril.
  • Entre os possíveis candidatos ao Senado estão Rui Costa (PT), Gleisi Hoffmann (PT), Simone Tebet (PSB), Marina Silva (Rede), André Fufuca (PP), Carlos Fávaro (PSD) e Waldez Góes (PDT).
  • A eleição para o Senado em 2026 envolve a renovação de 54 das 81 cadeiras, com cada estado e o Distrito Federal elegendo dois parlamentares para mandatos de oito anos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira que uma das metas da campanha de 2026 é formar uma maioria no Congresso. Ele disse que senadores com mandatários de oito anos podem se achar superiores, o que dificulta a governabilidade sem base parlamentar. O discurso ocorreu durante entrevista ao Grupo Cidade de Comunicação, no Ceará.

Lula ressaltou que não se faz composição apenas com quem se gosta e enfatizou a necessidade de alianças com outros partidos. Segundo ele, é fundamental buscar apoio de diferentes linhas de pensamento para viabilizar projetos para estados e para o país.

Additionally, during the interview, Lula foi questionado sobre o papel do Senado e a importância de construir interlocução entre os poderes para enfrentar os desafios do país. Ele manteve o tom de defesa de alianças amplas sem especificar nomes de coligações.

Governo e alianças

Nesta semana, ministros do governo Lula deixaram as pastas para concorrer a cargos nas eleições de outubro. O objetivo é ampliar a atuação política do governo e evitar o avanço de adversários no Senado. O prazo de desincompatibilização se encerra no próximo sábado, seis meses antes do pleito.

Entre os nomes que devem disputar o Senado estão: Rui Costa, da Casa Civil, pela Bahia; Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais, provável candidata no Paraná; Simone Tebet, do PSB, que pode compor chapa em São Paulo; Marina Silva, da Rede, também cogitada para o Senado em São Paulo; André Fufuca, do PP, no Maranhão; Carlos Fávaro, do PSD, em Mato Grosso; e Waldez Góes, do PDT, no Amapá.

Eleições no Senado

A eleição em 2026 envolve 54 das 81 vagas do Senado, em dois terços do total. Cada estado e o Distrito Federal elegerão dois parlamentares para mandatos de oito anos. A renovação é relevante para o desenho político de 2027.

O Senado tem atribuições como processar o presidente da República por crimes de responsabilidade, julgar ministros do Supremo Tribunal Federal, e aprovar indicações de ministros, procurador-geral da República, entre outros. A renovação poderá influenciar também a composição futura do STF, conforme indicações pendentes.

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