- Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, afirmou que o debate sobre a segurança das urnas é racional.
- Em entrevista ao UOL News, ele defendeu Flávio e comentou o apoio ao monitoramento internacional das eleições defendido pelo pré-candidato em evento nos Estados Unidos.
- Marinho disse que quaisquer sistemas eletrônicos podem ser permeados e que questioná-los não implica fraude; ele criticou interpretações políticas sobre as falas de Flávio.
- O coordenador afirmou que, ao lado de Bangladesh, o Brasil é um dos dois países sem contraprova do voto depositado na urna.
- Por fim, defendeu mais transparência e criticou decisões do Supremo Tribunal Federal, defendendo aperfeiçoamento democrático.
O debate sobre a segurança das urnas eletrônicas ganhou espaço político e críticas, mas é considerado racional pelo coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro, Rogério Marinho (PL-RN). A fala foi feita em entrevista ao UOL News, do Canal UOL.
Marinho defendeu Flávio Bolsonaro após o pré-candidato do PL mencionar monitoramento internacional das eleições e pressão diplomática por transparência. O objetivo, segundo ele, é discutir a permeabilidade dos sistemas de votação sem contá-los como fraude prévia.
Para Marinho, é inadequado transformar qualquer debate técnico em pauta de desconfiança generalizada. Ele afirma que a análise é necessária e que o Brasil não está sozinho nesse tema, citando a comparação com outros países em que não há contraprova de votos.
Contexto e críticas
O coordenador aponta distorções de falas e afirma que a conversa técnica se perde em interpretações políticas. Disse que trechos são extraídos de forma maliciosa para sugerir contestação de resultados eleitorais.
Marinho também destacou a importância da transparência para aperfeiçoar a democracia. Observou que decisões recentes do STF sobre CPMI do INSS foram objetos de críticas, defendendo a necessidade de maior clareza sobre procedimentos.
Veracidade e narrativa
Em tom institucional, o dirigente afirma que o debate não deve ser utilizado para retirar legitimidade de eleições. Disse que o tema envolve aperfeiçoamento institucional e que a “luz do sol” é o antídoto para dúvidas sobre processos.
O UOL News vai ao ar de segunda a sexta, com edições às 10h e 16h, e aos sábados e domingos, com horários diferenciados. A íntegra da entrevista está disponível no portal e no Canal UOL.
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