- Rob Schneider pediu aos EUA que restabeleçam o serviço militar obrigatório para os jovens, em publicação no X, apesar de não ter servido.
- A proposta prevê dois anos de serviço militar, com possibilidade de cumprir parte do período no exterior ou no país em regime voluntário.
- O ator afirma que o serviço uniria cidadãos e ensinaria disciplina, diferente do que chama de universidades de hoje.
- O último serviço militar obrigatório nos Estados Unidos terminou em 1972; homens de 18 a 25 ainda devem se registrar no sistema de chamada (Selective Service).
- A ideia surge em meio ao conflito com o Irã; a Casa Branca diz que a reinstauração não faz parte do plano atual, mas mantém opções em aberto.
Rob Schneider defende a restauração do serviço militar obrigatório dos jovens norte-americanos, em meio ao conflito com o Irã. O ator e comediante, que nunca serviu, divulgou a ideia em uma rede social. A proposta prevê dois anos de serviço, com possibilidade de atuação no exterior ou voluntária, como forma de preservar as liberdades dos EUA.
Segundo Schneider, a disciplina proporcionaria aprendizado útil para a vida e fortaleceria a união entre jovens de diferentes origens. Ele argumenta que, em outros países, o serviço é obrigatório e que a população ganha com a experiência. A defesa é apresentada como retorno a uma prática histórica dos EUA.
O debate ocorre enquanto o país debate estratégias de segurança em relação ao Irã. Schneider destacou que a cidadania americana confere liberdades que têm custo, descrevendo o serviço como forma de manter o país forte. O ator também ressaltou os ensinamentos físicos do treinamento militar.
Contexto e desdobramentos ajudam a esclarecer o cenário. O último serviço militar obrigatório nos EUA terminou em 1972, durante a Guerra do Vietnã. Hoje, cidadãos do sexo masculino entre 18 e 25 devem se cadastrar no Selective Service, mesmo sem a imposição de alistamento ativo.
Dados internacionais apontam que 79 países mantêm algum tipo de conscrição, incluindo Rússia, Brasil, México, Irã, Coreia do Sul e Ucrânia. Em parte da OTAN europeia, como Dinamarca e Grécia, também há regras de serviço em diferentes formatos.
Resposta das autoridades tem sido cautelosa. A porta-voz da Casa Branca afirmou que a reinstauração do serviço não faz parte do plano atual, mas que o presidente mantém opções em aberto caso haja necessidade de ações futuras. A posição enfatiza planejamento e avaliação contínuos.
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