- O PL Mulher, liderado por Michelle Bolsonaro, afirmou que não intermediou a exibição de vídeo de Eduardo Bolsonaro ao pai e que não houve envio de arquivo para Jair Bolsonaro.
- O ministro Alexandre de Moraes deu prazo de vinte e quatro horas para a defesa de Eduardo esclarecer a fala em que ele mencionou ter mostrado algo ao pai por meio de um vídeo.
- Eduardo Bolsonaro afirmou, em inglês, que iria provar que não se pode calar um movimento, comentário feito durante o CPAC nos EUA, no fim de semana.
- A nota do PL Mulher ressalta que, mesmo que tivesse recebido algum vídeo, ele não seria mostrado ao ex-presidente devido à proibição judicial de acesso a aparelhos celulares na prisão domiciliar.
- O texto oficial afirma que não houve recebimento de vídeo gravado no CPAC nem exibição de qualquer material ao ex-presidente Bolsonaro, estando as determinações da prisão domiciliar sendo cumpridas.
O PL Mulher, presidido pela mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro, Michelle, divulgou nesta segunda-feira (30) uma nota para esclarecer que não intermediou a exibição de nenhum vídeo de Eduardo ao pai. A legenda afirma que a intenção de Eduardo não seria, literalmente, mostrar o vídeo ao pai.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou um prazo de 24 horas para a defesa de Jair Bolsonaro explicar uma declaração de Eduardo Bolsonaro de ter mostrado algo ao pai por meio de um vídeo, proferida no CPAC.
Para o PL Mulher, a leitura literal da fala de Eduardo estaria equivocada. A nota assegura que nenhum arquivo foi encaminhado a Michelle Bolsonaro e, caso tivesse sido recebido, o vídeo não seria encaminhado ao ex-presidente, por respeito às restrições da custódia em prisão domiciliar.
A íntegra da nota mantém dois pontos principais: não houve recebimento de vídeo gravado no CPAC por Eduardo ou qualquer outra pessoa, e, por consequência, não houve exibição do material ao ex-presidente Jair Bolsonaro, já que as determinações judiciais vêm sendo cumpridas integralmente.
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