- Paulo Vieira ironizou ao vivo, no programa de Luciano Huck durante a premiação Melhores do Ano, o infográfico da GloboNews que associava Lula a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
- O humorista brincou que não sabe fazer PPT e até afirmou que trabalha na Globo, comentando sobre o “V do Vorcaro” e o mafioso do Brasil.
- A GloboNews pediu desculpas pelo episódio; Vieira já havia criticado a emissora nas redes, comentando que o material estava “errado e incompleto”.
- No quadro exibido pelo Estúdio I, foi feito um estilo PowerPoint para resumir nomes ligados a Vorcaro, com Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega e uma figura do PT em evidência.
- O repasse também mencionou o impasse na Secretaria de governo do Rio de Janeiro após a renúncia de Cláudio Castro; a linha sucessória envolve Thiago Pampolha, Rodrigo Bacellar e Ricardo Couto, com decisão no STF prevista para a próxima semana.
Paulo Vieira ironizou ao vivo um infográfico exibido pela GloboNews que ligava o presidente Lula a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O episódio ocorreu durante o programa de Luciano Huck, na premiação Melhores do Ano, no fim de semana.
Na apresentação, o quadro de PowerPoint mostrava Lula, o presidente do BC Gabriel Galípolo, Guido Mantega e uma figura associada ao PT. A produção foi retratada como equivocada e incompleta, após veiculação de material que gerou críticas.
Vieira, em tom irônico, alegou não saber fazer PPT e disse que não queria comentar assuntos polêmicos, mas fez a provocação sobre Vorcaro. A GloboNews e o humorista já haviam sido alvo de manifestações anteriores a respeito do episódio.
A situação também gerou repercussão fora do humor, com o próprio Vieira publicando comentários críticos nas redes. A emissora pediu desculpas ao vivo, alegando falha no material apresentado.
Impasse no governo do Rio
O comediante ainda comentou o impasse na sucessão do governo do Rio de Janeiro, aberto após a renúncia de Cláudio Castro. A continuidade da liderança estadual está indefinida e envolve nomes como Thiago Pampolha e Rodrigo Bacellar.
Pampolha abriu mão da vaga em 2025, mantendo a linha de sucessão sob avaliação. Bacellar, que se licenciou após ser preso, figura na ordem apenas após desfechos legais. O comando atual está sob responsavelmente de Ricardo Couto, presidente do TJ fluminense.
A definição do governo do RJ deve ficar sob a avaliação do Supremo Tribunal Federal na próxima semana, conforme informações de fontes oficiais. A situação legislativa e institucional envolve ainda ações judiciais em curso.
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