- Lula não obrigará Geraldo Alckmin a sair da vice em 2026; se ele quiser, Alckmin permanece como vice.
- Um ministro próximo a Lula afirma que ampliar a aliança pode custar, mas não sacrificará a relação de confiança com Alckmin.
- A ideia de uma dupla Lula-Alckmin conta com apoiadores como Haddad, Mácio França e José Luís Datena, que teriam incentivado a prática.
- Lula admira Alckmin pela lealdade e competência, e não imporá um revés para ampliar alianças.
- Independentemente de perdas ou ganhos, a dupla seguiria junto.
O presidente Lula pode ter outros planos para o vice Geraldo Alckmin, mas não vai forçá-lo a tomar decisões contrárias à vontade dele. Alckmin deve seguir como número dois, se assim desejar.
Um dos ministros mais próximos de Lula afirma que, mesmo com a ampliação da aliança, ele não sacrificará a relação de confiança construída com Alckmin ao longo dos últimos cinco anos.
Pessoas próximas citam Haddad, Mácio França e Datena como autores ou incentivadores da ideia de uma dupla governista para o pleito de 2026.
Mesmo que haja desejo de ampliar apoios no primeiro turno, com alguém do MDB na vice, a prática mostrou que a parceria foi eficaz em 2022, e Lula considera Alckmin leal e competente.
Não se trata de sacrifício pessoal. Se houver vitória ou derrota, o entendimento entre Lula e Alckmin permanece, segundo apurações de fontes do núcleo político.
Entre na conversa da comunidade