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Deputados citados por gastos de divulgação respondem a perguntas

Deputados defendem uso da cota para divulgação de ações, afirmando conformidade legal, transparência e ampliar alcance junto à população

Os deputados Albuquerque, Cléber Verde, Moses Rodrigues, Robinson Faria e Silvia Cristina
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  • Antônia Lúcia (Republicanos-AC) não respondeu à reportagem.
  • Albuquerque (Republicanos-PR) afirma que o gasto com a cota é permitido por lei e serve para que a população de Roraima tome conhecimento do trabalho em Brasília.
  • Cléber Verde (MDB-MA) diz que a cota cobre serviços de comunicação e informações à população, citando TV, mídias digitais, blogs e imprensa, dentro dos limites da Câmara.
  • Moses Rodrigues (União-CE) sustenta que os gastos seguem a legislação, com prioridade para comunicação e transparência, adiando aluguel de veículos e deslocamentos.
  • Robinson Faria (PP-RN) afirma que a cota para serviços de comunicação está em conformidade com as normas da Câmara e serve para transparência das ações do mandato.

O levantamento do UOL aponta um aumento no uso da cota parlamentar para a autopromoção por deputados federais, em meio ao ano eleitoral. O conteúdo analisado traz notas de cinco parlamentares citados pela reportagem, além da ausência de resposta de outra deputada. A matéria não identificou irregularidades, mas destacou o crescimento de ativos voltados à comunicação institucional.

Entre os citados, o republicano Albuquerque, do Paraná, sustenta que a despesa respeita o teto legal e serve como forma de informar a população sobre o que é feito em Brasília, funcionando como prestação de contas ao eleitor. Ele afirma que a divulgação atende ao interesse de manter a população informada sobre as ações da base no Estado.

Cléber Verde, do MDB, aponta que a cota engloba despesas com aluguel, imóveis, serviços, internet e comunicação, incluindo ações de publicidade com canais abertos e digitais, bem como parcerias com veículos locais. Segundo ele, os limites mensais são observados e o processo é gerido com rigor pelo setor competente.

Moses Rodrigues, do União, assegura que os gastos estão em conformidade com a legislação vigente, destacando a finalidade de divulgar atividades parlamentares para ampliar a transparência. O deputado lembra que houve prioridade na comunicação, deixando de lado itens como aluguel de veículos e deslocamentos para investir em conteúdos público-educativos.

Robinson Faria, do PP, afirma que a utilização da cota para serviços de comunicação segue normas da Câmara, ressaltando a importância da divulgação de emendas e ações do mandato como ferramenta de transparência. O posicionamento enfatiza o papel informativo dessas ações à população.

Silvia Cristina, também do PP, diz que os gastos do gabinete obedecem à legislação e ao Ato da Mesa que regula a cota. Ela acrescenta que os recursos são indenizatórios e vinculados ao mandato, com a divulgação das atividades como prática institucional que pode ser acompanhada pelo público.

Aspectos regulatórios e próximos passos

  • A reportagem cita a natureza dos gastos como instrumento de comunicação institucional, com controle interno pela Câmara dos Deputados.
  • Antônia Lúcia, de República, não respondeu aos contatos para a matéria.
  • O texto destaca que a operação da cota permanece sujeita a regras e fiscalização, sem apontar irregularidades.

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