Em Alta NotíciasFutebolBrasileconomiaEsportes

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Congelamento de financiamento do DHS é a mais longa paralisação parcial do governo dos EUA

Congelamento de recursos do Departamento de Segurança Interna atinge recorde como maior paralisação parcial dos EUA, causando atrasos na TSA e filas nos aeroportos

Travelers wait in security lines on Friday at JFK airport as hundreds of TSA agents quit or worked without pay during the partial government shutdown.
0:00
Carregando...
0:00
  • O fechamento parcial do Departamento de Segurança Interna (DHS) tornou-se o mais longo da história, com seis semanas de duração; o DHS representa 9,4% do funcionalismo federal, cerca de 193.867 funcionários.
  • Sem acordo entre o Congresso e o presidente Donald Trump sobre financiamento que inclua a Agência de Investigação e Alfândega (ICE), o impasse permanece.
  • Na sexta-feira, mais trabalhadores da Administração de Segurança em Tráfego Aéreo (TSA) faltaram ao serviço, aumentando as filas em aeroportos.
  • O presidente assinou memorando para pagar os funcionários da TSA, mas ainda não está claro de onde virá o dinheiro nem se é legalmente viável.
  • A Câmara repudiou o projeto do Senado que financiaria grande parte do DHS, ampliando a divergência entre as casas do Congresso.

O Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) tornou-se, neste fim de semana, a protagonista da maior paralisação parcial de sua história. Com o acúmulo de 6 semanas de shutdown, o DHS já representa 9,4% da força federal, equivalente a 193.867 trabalhadores. O impasse persiste devido a divergências sobre imigração e operações de aplicação da lei de fronteira.

A paralisação afeta diretamente a Administração de Segurança de Transportes (TSA), vinculada ao DHS, com queda de pessoal acima do esperado. Mais de 3.560 agentes de TSA faltaram ao trabalho, isto é, mais de 12% dos funcionários. Saques de filas são frequentes em grandes aeroportos, especialmente pela manhã, gerando atrasos e longas esperas para passageiros.

Em resposta, o governo tentou direcionar recursos do DHS para pagar a TSA, mas ainda não ficou claro de onde sairia esse dinheiro. Um memorando presidencial orientou o secretário do DHS a realocar fundos para cobrir salários com base no que teria sido pago em caso de funcionamento normal. A ação gerou questionamentos legais e políticos sobre sua viabilidade.

Reação política e sindical

Na Câmara, a rejeição de um projeto aprovado pelo Senado, que manteria o funcionamento de boa parte do DHS (excluindo ICE e a patrulha de fronteira), abriu fissuras entre os republicanos. O líder da maioria criticou a proposta, classificando-a como gambito. O presidente da AFGE critica a demora, apontando férias de Páscoa e a paralisação como obstáculo para a negociação.

Linhas aéreas e autoridades aeroportuárias têm feito apelos diretos aos legisladores para aprovarem uma das propostas bipartidárias em jogo. Representantes da indústria lembram que três projetos viáveis poderiam evitar cenas de caos nos aeroportos e doações de apoio a passageiros afetados.

Especialistas jurídicos e de gestão de riscos destacam que, mesmo com um acordo breve, a solução de longo prazo dependerá de apoio público e de um consenso político estável. Em meio à polarização, a expectativa é de novos movimentos legislativos para langsamar a paralisação nos próximos dias.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais