- Terceira edição das mobilizações No Kings deve reunir milhares de pessoas contra a administração Trump, com mais de 3 mil eventos previstos em todos os estados e em 16 países.
- Espera-se que o protesto de sábado seja o maior da história dos Estados Unidos, segundo organizadores, incluindo grupos anti-autoritários, sindicatos e movimentos locais.
- Um evento principal será realizado nos Twins Cities, em Minnesota, em reconhecimento à resistência local contra ações do ICE; participam senadora Bernie Sanders, atriz Jane Fonda e músicos Bruce Springsteen e Joan Baez.
- A maior parte dos confirmados fica fora de grandes centros urbanos, incluindo regiões com influência republicana e condados-chave; as pautas abrangem ICE, direitos de voto e outras questões.
- Os organizadores ressaltam a natureza não violenta da ação e afirmam que o movimento vai além do dia, buscando fortalecer a organização local e a pressão sobre políticas do governo.
O movimento No Kings promove protestos anti-autoritários em apoio a causas diversas contra a gestão de Donald Trump. A mobilização inclui mais de 3.000 eventos nos 50 estados e em 16 países, conforme a coalizão organizadora. A tônica é manifestar resistência e exigir mudanças no governo.
A maior parte das ações acontece de forma não violenta, com foco em direitos civis, imigração e eleições. Entre os organizadores estão Indivisible, 50501, sindicatos e outras entidades da base social. A expectativa é de participação maciça em todo o país.
Desdobramentos e local principal
O pico da ação está marcado no sábado, com um evento principal na região metropolitana de Minneapolis e St. Paul, Minnesota. O ato contará com a participação de nomes públicos, entre eles figuras políticas, artistas e músicos.
Entidades apoiadoras destacam que grande parte dos participantes não reside em grandes centros urbanos, incluindo áreas com influência republicana e condados-chave. A organização enfatiza o caráter pacífico e a formação de voluntários para de-escalonamento.
O objetivo é ampliar a mobilização além do dia, fortalecendo redes locais de organização cívica. Os organizadores afirmam que as ações não encerram a luta após a data, servindo como impulso para movimentos locais de base.
Entre na conversa da comunidade