- Manifestantes anti‑Trump protestam em várias cidades dos EUA, com mais de 3,2 mil eventos programados em todos os 50 estados e em locais fora do país.
- Mais de 100 mil pessoas devem comparecer na capital de Minnesota, onde a repressão migratória e a atuação de agentes federais são temas centrais; Springsteen e Baez participam.
- Grandes mobilizações ocorrem em Nova York, Los Angeles e Washington, além de milhares de atos em comunidades menores.
- As eleições de meio de mandato ocorrem no fim do ano; organizadores dizem ter visto aumento de eventos anti‑Trump e mais inscrições de eleitores em estados republicanos como Idaho, Wyoming, Montana e Utah.
- Aprovação de Trump caiu para 36%, nível mais baixo desde o retorno à presidência; os protestos integram o movimento No Kings, que já mobilizou milhões em edições anteriores.
Os protestos anti-Trump ganharam once dezenas de cidades dos Estados Unidos neste sábado, com mais de 3,2 mil eventos previstos em todos os 50 estados e em cidades fora do país, segundo a Reuters. A mobilização aponta para o que os organizadores chamam de maior protesto de um dia na história do país.
Na capital de Minnesota, falam em mais de 100 mil manifestantes, em meio a críticas à política de imigração do governo e à atuação de agentes federais em centros urbanos com governança democrata. Participam artistas como Bruce Springsteen e Joan Baez, segundo apuração da agência.
Outras grandes concentrações ocorrem em Nova York, Los Angeles e Washington, além de milhares de atos em comunidades menores, conforme a Reuters. Os organizadores afirmam que o movimento ganhou força com as eleições de meio mandato, marcadas para este ano.
A ação acontece em um momento de queda na popularidade de Trump, com a taxa de aprovação citada pela Reuters em cerca de 36%, o ponto mais baixo desde o retorno à Casa Branca. Há expectativa de crescente participação em estados historicamente republicanos, como Idaho, Wyoming, Montana e Utah.
Em Manhattan, milhares se reuniram para as manifestações. Um dos organizadores, o ator Robert De Niro, criticou o que chamou de ameaça às liberdades, sem apresentar declarações formais à imprensa. A reportagem não reproduz citações diretas de fontes não oficiais.
O porta-voz do Comitê Nacional Republicano do Congresso reagiu às mobilizações, afirmando que democratas apoiam atos de oposição “dentro de uma retórica extremista”. O comunicado sugere que as ações não representam o eleitorado em geral.
Os protestos integram o movimento No Kings, iniciado em junho do ano passado, que reuniu entre 4 milhões e 6 milhões de pessoas em cerca de 2,1 mil locais. Em outubro, a segunda mobilização atingiu aproximadamente 7 milhões de participantes em mais de 2,7 mil pontos.
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