- No Kings, protestos ocorridos em 50 estados e em 16 países foram a terceira edição, com mais de 3.000 ações contra a administração Trump; organizadores preveem o maior protesto da história, seguindo a mobilização anterior, em outubro, que reuniu cerca de 7 milhões de pessoas no país.
- Os manifestantes protestaram contra a decisão de Trump de entrar em guerra com o Irã, além de cobrar ações sobre o aumento do custo de vida e o endurecimento das políticas de imigração.
- Cerca de mil pessoas se reuniram diante do National Institutes of Health (NIH), em Bethesda, Maryland, para protestar contra cortes na pesquisa médica e as políticas de saúde da administração.
- O Departamento do Tesouro enviou uma reclamação formal à Financial Times pedindo retratação sobre uma matéria sobre a supervisão do Federal Reserve, alegando várias informações incorretas na reportagem.
- A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de financiamento emergencial para o Departamento de Segurança Interna (DHS), após os senadores rejeitarem um acordo bipartidário, encerrando temporariamente o impasse orçamentário e mantendo o DHS funcionando por oito semanas.
Massivas manifestações No Kings ocorreram em 50 estados e 16 países neste sábado, unindo milhares de pessoas que protestam contra a decisão de Trump de entrar em conflito com o Irã, além de críticas a políticas de imigração e ao aumento do custo de vida.
Organizadores estimam que o evento de hoje possa ser o maior da série, que já mobilizou centenas de milhares em edições anteriores. As marchas seguem examples de ações anteriores, com apoio de organizações cívicas, sindicais e grupos antiautoritários.
Ao todo, a coalizão de organizadores informou que ocorreram mais de 3.000 protestos No Kings em território americano e em mais de uma dúzia de países. O objetivo é pressionar o governo a mudar diretrizes de política externa e de gestão econômica.
Protestos na NIH e críticas a cortes na pesquisa
Cerca de mil pessoas se reuniram em frente ao National Institutes of Health, em Bethesda, Maryland, para protestar contra cortes em pesquisa médica e contra políticas da administração em saúde. Os manifestantes reivindicam maior investimento científico e proteção de financiamentos.
Ainda nesta manhã, simpatizantes e militantes destacaram a necessidade de manter o apoio à ciência e à vacinação, em meio às críticas a cortes orçamentários. O ato ocorreu durante as mobilizações nacionais do movimento No Kings.
Outras pautas e desdobramentos
Nesta sexta-feira, o Departamento do Tesouro solicitou à Financial Times a retratação de reportagem sobre supervisão do Federal Reserve, acusando a publicação de apresentar informações falsas. A reclamação foi encaminhada à matriz Nikkei, responsável pelo veículo.
Na Câmara dos EUA, o Partido Republicano manteve a posição de rejeitar um acordo bipartidário para financiar, de forma temporária, o DHS. O plenário aprovou, em votação apertada, um projeto de lei substituto para oito semanas, ampliando o impasse sobre questões de imigração e fronteiras.
Outros casos em evidência incluem um acordo com uma estudante do Michigan que foi suspensa por protestar contra a guerra em Gaza, que resultou em um acordo com a escola. Além disso, análises sobre mudanças na estratégia de deportação do governo marcam o panorama político atual.
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