- Pesquisa do PoderData aponta que 74% dos eleitores não concordam com a eleição de Erika Hilton para presidir a Comissão da Mulher; 12% concordam e 14% não responderam.
- O levantamento, realizado entre 21 e 23 de março de 2026, ouviu 2.500 pessoas em 132 municípios, com margem de erro de 2 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%.
- Erika Hilton assumiu a presidência da Comissão da Mulher no dia 11 de março, após dois turnos, tornando-se a primeira congressista trans a comandar a comissão.
- A eleição e as declarações de Hilton geraram críticas da oposição e mobilização de campanhas e abaixo-assinados nas redes sociais.
- Entre as repercussões, o apresentador Ratinho teveponwhat motivou Hilton a acionar o Ministério Público Federal por falas consideradas transfóbicas; o partido Novo acionou o Conselho de Ética contra a deputada.
A pesquisa realizada pelo PoderData, do grupo Poder360 Jornalismo, revela que 74% dos eleitores não concordam com a eleição da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara. O estudo ouviu 2.500 pessoas entre 21 e 23 de março de 2026, em 132 municípios, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
Entre os entrevistados, 12% disseram concordar com a escolha, e 14% não responderam. A pesquisa usa o método de ligações para celulares e telefones fixos, com intervalo de confiança de 95%.
Eleição e mandato de Erika Hilton
Erika Hilton preside a Comissão da Mulher desde 11 de março. A eleição exigiu dois turnos para alcançar a maioria absoluta. Ela recebeu 11 votos favoráveis e 10 votos em branco, tornando-se a primeira congressista trans a comandar a comissão.
Repercussões e desdobramentos
Após a nomeação, Hilton afirmou, em rede social, que a decisão representa um passo na reparação histórica. As declarações geraram críticas da oposição e mobilização de campanhas online.
Entre as consequências, o apresentador Ratinho foi alvo de ações da deputada devido a comentários considerados transfóbicos durante programa de TV. O fato levou o Novo a acionar o Conselho de Ética contra a parlamentar.
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