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Prefeitos de capitais mantêm renúncia em segredo nos bastidores do NE

Prefeitos de Maceió e São Luís mantêm renúncia em segredo a uma semana do prazo, enquanto colegas de capitais já anunciaram saídas para governos estaduais

João Henrique Caldas, o JHC (PL), de Maceió; e Eduardo Braide (PSD), de São Luís
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  • A pouco mais de uma semana do prazo, dois prefeitos de capitais do Nordeste mantêm segredo sobre renúncias para concorrerem em 2026: João Henrique Caldas, o JHC, de Maceió, e Eduardo Braide, de São Luís. Até ontem, não haviam confirmado nem negado.
  • O prazo para renúncia termina em quatro de abril; já anunciaram saída para concorrer aos governos de seus estados João Campos, do Recife, e Cícero Lucena, de João Pessoa.
  • Em São Luís, Braide lidera a corrida ao governo maranhense, mas as expectativas variam diante de possíveis alianças com o PT e a candidatura de um vice-governador ao Senado; aliados comentam que nem a esposa dele sabe se vai renunciar.
  • Em Maceió, JHC segue sem confirmar nada; o prefeito foi destituído da presidência do Partido Liberal, com rumores sobre filiação ao PSDB, enquanto o PL alagoano passou a ser comandado por Alfredo Gaspar.
  • Há ainda especulações de que JHC possa tentar uma candidatura ao governo ou ao Senado, mas a falta de apoio no interior alimenta dúvidas sobre a viabilidade, mantendo o desenrolar em cenário de bastidores.

Dois prefeitos de capitais nordestinas seguem mantendo silêncio sobre possíveis renúncias próximas do mandato, enquanto o prazo final para isso se aproxima. O período para abrir espaço às candidaturas já tem data marcada: 4 de abril. Ainda assim, João Henrique Caldas, o JHC (PL), de Maceió, e Eduardo Braide (PSD), de São Luís, não confirmaram nem negaram que deixariam seus cargos.

Em Pernambuco e Paraíba, outros dois chefes de poder municipal já anunciaram que vão renunciar para concorrer a governos estaduais: João Campos (PSB), do Recife, e Cícero Lucena (MDB), de João Pessoa. Esses movimentos elevam o ritmo na contabilidade política do Nordeste.

Rachas e dúvidas

No Maranhão, Braide é apontado como principal favorito para o governo, mas a vantagem vem oscilando conforme pesquisas. Aliados dizem que nem a esposa sabe se ele renunciará. O cenário envolve conversas com o PT para uma chapa que pode incluir o vice-governador Felipe Camarão (PT) na disputa ao Senado.

Em Maceió, a situação é alternativa e ainda pouco clara. O prefeito foi destituído da presidência do PL após circular a informação de possível filiação ao PSDB. Enquanto isso, Alfredo Gaspar, deputado federal e atual líder do PL alagoano, deixou o União Brasil e pode assumir a estrutura estadual. JHC não confirma nada e afirmou que definirá na hora certa.

Desde 2022, o nome de JHC é ventilado como candidato ao governo de Alagoas, mas ele adiou a renúncia com o argumento de ter apenas pouco tempo restante na prefeitura. Há relatos internos de que pode ponderar uma candidatura ao Senado pela candidatura da esposa, Marina Candia, em perspectiva de 2026.

Contexto político e desdobramentos

A aproximação do prazo tem acendido bastidores do Nordeste, com avaliações sobre cenários de alianças e tempo de governabilidade. A decisão definitiva de JHC e Braide pode influenciar candidaturas proporcionais e o equilíbrio entre legendas na região.

Procuradas, assessorias de JHC e Braide não forneceram confirmações sobre renúncias. A cobertura permanece com base em fontes oficiais e no ritmo de divulgações de cada candidatura, sem aguardar decisões públicas formais.

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