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Polícia não encontra evidências de crime na byelection de Gorton e Denton

Polícia de Greater Manchester não encontrou evidências de crime na eleição de Gorton e Denton; investigação aponta ausência de influência ou coerção sobre eleitores

Hannah Spencer takes a selfie with Zack Polanski in front of the Houses of Parliament. The Greens’ Hannah Spencer and Zack Polanski. The party won its first seat in the north of England in the byelection last month.
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  • A polícia de Greater Manchester não encontrou evidência de criminalidade no pleito de Gorton e Denton, mesmo após as alegações de Nigel Farage de “vitória para fraude”.
  • A investigação, solicitada pela Reform UK, analisou denúncias de votações familiares e observou cerca de 32 hábitos potencialmente suspeitos, sem provas de instrução verbal ou coerção.
  • Câmeras de três das 45 seções mostraram que ninguém direcionava ou coagía votos; em 42 locais não havia gravação no dia para preservar o segredo do voto.
  • Observadores da Democracy Volunteers relataram situações como mais de uma pessoa entrando na cabine ao mesmo tempo e alguém olhando por cima do ombro de eleitores, mas sem descrição de quem estaria envolvido.
  • A Green party venceu a eleição no norte da Inglaterra, com Hannah Spencer tomando o assento; o Labour ficou em terceiro e Reform UK em segundo.

O departamento de polícia de Greater Manchester (GMP) informou que não encontrou evidências de criminalidade na byelection de Gorton e Denton após denúncias de fraude. A investigação foi solicitada pela Reform UK e acompanhou o pleito vencido pelo Partido Verde. O objetivo foi apurar alegações de voto corrupto no distrito.

Observadores internacionais acompanharam o processo e relataram sinais de voto em família. Quatro observadores mencionaram cerca de 32 hábitos potencialmente suspeitos, incluindo entradas simultâneas em cabines e olhares sobre o voto dos outros. A GMP destacou, porém, que não houve instruções verbais ou conduta que indicasse coerção.

Progresso da investigação e resultados

A GMP informou que não houve comprovação de intenção de influenciar ou evitar que alguém votasse. Não foram obtidas descrições dos envolvidos nem horários documentados pelos observadores ou pela pessoa que apresentou a queixa. Sem esses dados, não foi possível prosseguir com novas linhas de investigação.

A investigação envolveu a análise de imagens de CCTV de 45 seções de votação, com três locais apresentando gravação disponível. Quatro estações não registraram imagens no dia para preservar o voto secreto. Entrevistas com responsáveis de 15 seções e o(a) presidente substituto não apontaram irregularidades relatadas pela Democracy Volunteers.

Farage, líder da Reform UK, classificou as conclusões como uma encenação institucional, alegando necessidades de maior supervisão e transparência. O Green party, por sua vez, afirmou que houve tentativa de minar o resultado sem base e destacou a vitória de Hannah Spencer, que quebrou a maioria do Labour.

Hannah Spencer tornou-se a primeira representante do Green no norte da Inglaterra eleita pela byelection, sucedendo o resultado pró-Labour. O Labour ficou em terceiro lugar, com 14.980 votos, atrás dos Greens com 14.980 e Reform UK em segundo lugar com 10.578. A vitória verde incluiu a atuação local da candidata, que também atua como vereadora.

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