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Advogados de Lulinha criticam CPMI do INSS por falta de provas

Defesa de Fábio Luís Lula da Silva contesta relatório da CPMI do INSS, afirmando que não há indícios contra Lulinha e que o documento usa reportagens

O advogado Marco Aurélio de Carvalho, amigo de Lula. (Foto: Ricardo Stuckert / Presidência da República)
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  • Defesa de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, criticou o relatório final da CPMI do INSS na sexta-feira, 27, que indicou o filho do presidente entre 218 indiciados.
  • A equipe afirma não haver indícios ou provas contra Lulinha; dizem que o trabalho demonstra vínculos com interesses político-eleitorais e não fundamenta o indiciamento.
  • Um dos advogados afirmou que o relatório parece ter caráter eleitoral e que não há elementos que justifiquem a indicição.
  • Outro integrante rebateu que o relatório usa material de reportagens jornalísticas, sem investigação própria, apresentando pouca sustentação para os pedidos.
  • Entre os indiciados estão Fábio Luís Lula da Silva, ex-ministro Carlos Lupi e o senador Weverton Rocha; o parecer do relator sustenta indícios suficientes com base em investigações da CPMI e informações de órgãos de controle e decisões judiciais.

A defesa de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, criticou nesta sexta-feira o relatório final da CPMI do INSS. O documento indiciou Lulinha e mais 217 pessoas, segundo as informações divulgadas na sessão final. Os advogados afirmaram que não há indícios ou provas contra o filho do presidente.

Um dos operadores da defesa, Marco Aurélio de Carvalho, acusou o relatório de ter viés político-eleitoral e afirmou que a atuação do relator não encontra respaldo nos autos. Segundo ele, a conclusão mostra o caráter eleitoral do trabalho, sem fundamentação adequada.

Outra defesa, representada por Guilherme Suguimori, destacou o uso de material de reportagem no relatório. Ele afirmou que o documento reproduz matérias da imprensa, sem sustentar os pedidos apresentados.

Indiciamento e fundamentos

Entre os indiciados está o filho de Lula, Fábio Luís Lula da Silva, o ex-ministro Carlos Lupi, da Previdência, e o senador Weverton Rocha. A CPMI pediu o indiciamento de 218 pessoas na sessão de sexta-feira.

Conforme o parecer do relator, há indícios suficientes para recomendar crimes como tráfico de influência, lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção passiva. A conclusão se baseia em provas coletadas pela CPMI e informações de controles externos.

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