- Defesa de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, criticou o relatório final da CPMI do INSS na sexta-feira, 27, que indicou o filho do presidente entre 218 indiciados.
- A equipe afirma não haver indícios ou provas contra Lulinha; dizem que o trabalho demonstra vínculos com interesses político-eleitorais e não fundamenta o indiciamento.
- Um dos advogados afirmou que o relatório parece ter caráter eleitoral e que não há elementos que justifiquem a indicição.
- Outro integrante rebateu que o relatório usa material de reportagens jornalísticas, sem investigação própria, apresentando pouca sustentação para os pedidos.
- Entre os indiciados estão Fábio Luís Lula da Silva, ex-ministro Carlos Lupi e o senador Weverton Rocha; o parecer do relator sustenta indícios suficientes com base em investigações da CPMI e informações de órgãos de controle e decisões judiciais.
A defesa de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, criticou nesta sexta-feira o relatório final da CPMI do INSS. O documento indiciou Lulinha e mais 217 pessoas, segundo as informações divulgadas na sessão final. Os advogados afirmaram que não há indícios ou provas contra o filho do presidente.
Um dos operadores da defesa, Marco Aurélio de Carvalho, acusou o relatório de ter viés político-eleitoral e afirmou que a atuação do relator não encontra respaldo nos autos. Segundo ele, a conclusão mostra o caráter eleitoral do trabalho, sem fundamentação adequada.
Outra defesa, representada por Guilherme Suguimori, destacou o uso de material de reportagem no relatório. Ele afirmou que o documento reproduz matérias da imprensa, sem sustentar os pedidos apresentados.
Indiciamento e fundamentos
Entre os indiciados está o filho de Lula, Fábio Luís Lula da Silva, o ex-ministro Carlos Lupi, da Previdência, e o senador Weverton Rocha. A CPMI pediu o indiciamento de 218 pessoas na sessão de sexta-feira.
Conforme o parecer do relator, há indícios suficientes para recomendar crimes como tráfico de influência, lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção passiva. A conclusão se baseia em provas coletadas pela CPMI e informações de controles externos.
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