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Trump afirma que Irã quer acordo, apesar da rejeição; EUA dizem 10 mil alvos

EUA dizem ter atingido mais de dez mil alvos; Irã rejeita plano de paz, mas afirma revisar posição sob pressão dos conflitos regionais

Shattered glass litter nearly a deserted street on the entrance of Beirut southern suburb, a stronghold of pro-Iranian Hezbollah in Lebanon. Follow the latest developments in the Iran war and Middle East crisis, live.
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  • Donald Trump afirma que o Irã ainda quer acordo, apesar da rejeição inicial da proposta dos EUA.
  • O Comando Central dos EUA informou ter atingido mais de dez mil alvos desde o início do conflito, incluindo destruição de noventa e dois por cento das maiores embarcações da marinha iraniana; Israel afirmou ter atingido milhares de alvos adicionais.
  • Israel informou ter realizado ondas de ataques no Irã, incluindo a cidade central de Isfahan, mirando infraestrutura do regime.
  • Kuwait prendeu seis suspeitos em suposto complô do Hezbollah; 14 pessoas fugiram, envolvendo cidadãos kuwaitianos e estrangeiros.
  • O Irã recebeu o plano de quinze pontos dos EUA, inicialmente rejeitado; autoridades iranianas dizem que propostas ainda estão sob análise e que a posição será definida.

O presidente dos EUA afirmou que o Irã ainda busca um acordo, mesmo após Teerã rejeitar a proposta de cessar-fogo apresentada pelos EUA. A declaração ocorreu enquanto o conflito no Oriente Médio se intensifica.

O governo iraniano informou, por meio da TV estatal, que rejeitou o plano recebido via Paquistão e anunciou que “encerrará a guerra quando decidir e quando suas condições forem atendidas”. O ministro das Relações Exteriores Abbas Araghchi acrescentou que as propostas foram repassadas às autoridades superiores, mas não há intenção de negociar por agora.

Donald Trump sugeriu que as negativas iranianas refletem medo de represálias internas ou externas. “Eles querem fechar um acordo, mas temem ser mortos por seu povo ou por nós”, disse o presidente. A afirmação envolve a narrativa de pressões internas.

A Força Aérea e a Marinha dos EUA afirmaram ter atingido mais de 10 mil alvos no conflito, incluindo danos a 92% das maiores embarcações navais do Irã. Segundo o almirante Brad Cooper, também foram danificadas ou destruídas duas terças partes das instalações de produção de mísseis, drones e estaleiros.

Desenvolvimento militar e diplomático na região

O Exército de Israel informou ter realizado uma nova rodada de ataques ao Irã, com ações significativas em Isfahan e em várias infraestruturas do que descreveu como regime terrorista. Em resposta, o Hezbollah intensificou ataques contra alvos no território israelense.

Kuwait anunciou a prisão de seis suspeitos em uma investigação sobre uma suposta trama do Hezbollah para assassinar líderes no Golfo. O ministério interno informou que cinco detidos são cidadãos kuwaitianos e que 14 membros fugiram, incluindo iranianos e libaneses.

O Irã informou ter recebido o plano de 15 pontos dos EUA, inicialmente rejeitado, e indicou que o documento ainda está sendo avaliado. O chanceler iraniano mencionou que a posição deve ser definida conforme o conteúdo.

Outros desdobramentos e contexto regional

O governo americano reforçou que pretende uma solução pacífica, mas pode endurecer ações se necessário. A primeira-ministra israelense recebeu relatos de avanços na estratégia de atuação regional, com foco em Hezbollah.

Autoridades russas reportam envio gradual de drones, medicamentos e alimentos ao Irã, segundo fontes de inteligência ocidentais. Pequim sinalizou olhar por uma possibilidade de negociação, com chamadas entre chanceleres para reduzir tensões.

O secretário-geral da ONU pediu evitar a repetição de modelos de conflito em diferentes países e destacou a necessidade de fim imediato da violência. O líder mundial também pediu que o Irã pare ataques contra vizinhos.

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