- Keir Starmer classificou como “improvável” associar o roubo do celular de Morgan McSweeney à pressões pela divulgação de documentos sobre a nomeação de Peter Mandelson como embaixador nos EUA.
- O telefone corporativo foi roubado na noite de 20 de outubro, em Pimlico, Londres, e o caso foi registrado à polícia.
- Starmer afirmou que há uma transcrição da chamada em que McSweeney apresenta seus dados e o telefone, e que a polícia confirmou o registro do ocorrido.
- A polícia divulgou a transcrição da ligação de 999 de McSweeney, na qual ele disse ter usado o telefone do governo e pedido rastreamento.
- O tema dos documentos de Mandelson alimenta questionamentos sobre o que era conhecido sobre o vínculo dele com Jeffrey Epstein; MPs pressionam pela divulgação de dezenas de milhares de documentos.
Keir Starmer classificou como improvável a ligação entre o furto do celular do então chefe de gabinete de Starmer e a subsequente pressão para a divulgação de documentos sobre a nomeação de Peter Mandelson como embaixador no exterior. A declaração ocorreu após a polícia confirmar o roubo do equipamento, relatado antes pela imprensa.
Segundo informações, Morgan McSweeney teve o seu telefone corporativo furtado em Pimlico, Londres, na noite de 20 de outubro do ano passado. O parlamentar afirmou que houve medidas imediatas para rastrear o aparelho e que o incidente foi registrado pelas autoridades.
O governo, por meio de sua assessoria, confirmou que o telefone foi sumido e que o caso foi reportado à polícia. A transmissão do conteúdo das mensagens permanece sob escrutínio, enquanto se aguarda o desfecho de investigações internas.
Desdobramentos
Relatos indicam que McSweeney apresentou o ocorrido ao serviço policial na época, solicitando a eliminação de dados sensíveis e a recuperação do equipamento. A falta de backup do aparelho gerou dúvidas sobre a preservação de comunicações com o governo.
Policiais divulgaram transcrição de uma chamada de emergência em que McSweeney descreveu o furto e pediu orientações para rastrear o telefone. A ocorrência elevou perguntas sobre a cadeia de comunicação entre Downing Street e outras repartições.
Kemi Badenoch e o MPs conservador Karl Turner expressaram ceticismo sobre a ligação entre o furto e a divulgação de documentos. Turner afirmou, em rede social, que não acredita ter havido roubo do dispositivo.
A oposição solicitou a publicação de milhares de documentos relacionados a Mandelson e suas ligações com Jeffrey Epstein antes da nomeação para Washington. O caso envolve questões sobre transparência e acesso a prontuários oficiais.
Polícia informou que a transferência de dados e mensagens pode ter sido impactada pela falta de backup do celular, elevando a pressão para esclarecer o que foi acessado ou perdido. A questão permanece sob avaliação oficial.
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